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Necessito de bibliografia!

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  • Centro de Estudos Multiculturais
    De: Flavia Lundberg flanikiti@yahoo.com.br Boa tarde! Acabo de descobrir o site de voces. Sou brasileira, estou a tirar o mestrado em Ciencias da Educacao na
    Message 1 of 5 , Dec 22, 2012
      De: Flavia Lundberg
      flanikiti@...


      Boa tarde!
      Acabo de descobrir o site de voces. Sou brasileira, estou a tirar o
      mestrado em Ciencias da Educacao na Universidade Nova de Lisboa, vi
      que tem uma otima bibliografia no vosso site e gostaria de saber como
      posso ter acesso a alguns textos, pois meu projeto de pesquisa sera em
      Multiculturalismo, e vou investigar as politicas de integracao social
      adotadas pelas escolas em Portugal.

      Obrigada!

      Atenciosamente,
      Flavia Lundberg
      flanikiti@...
    • <redaccao@...>
      Bom dia, Pode obter mais informacoes em: http://www.profedicoes.pt/livraria/ e em http://www.apagina.pt/?aba=9&cat=513&mid=2 Com os melhores cumprimentos,
      Message 2 of 5 , Jan 4, 2013
        Bom dia,



        Pode obter mais informacoes em:
        http://www.profedicoes.pt/livraria/

        e em
        http://www.apagina.pt/?aba=9&cat=513&mid=2


        Com os melhores cumprimentos,

        Silvia Enes


        Description: cid:3412862849_274247



        De: multiculturais@yahoogroups.com [mailto:multiculturais@yahoogroups.com]
        Em nome de Centro de Estudos Multiculturais
        Enviada: domingo, 23 de Dezembro de 2012 0:23
        Para: multiculturais@yahoogroups.com
        Assunto: [Lista do C. Est. Multiculturais] Necessito de bibliografia!


        De: Flavia Lundberg
        flanikiti@...

        Boa tarde!
        Acabo de descobrir o site de voces. Sou brasileira, estou a tirar o
        mestrado em Ciencias da Educacao na Universidade Nova de Lisboa, vi
        que tem uma otima bibliografia no vosso site e gostaria de saber como
        posso ter acesso a alguns textos, pois meu projeto de pesquisa sera em
        Multiculturalismo, e vou investigar as politicas de integracao social
        adotadas pelas escolas em Portugal.

        Obrigada!

        Atenciosamente,
        Flavia Lundberg
        flanikiti@...
      • souindoula simao
        Estimados colegas,   Devo agradecer-lhes da vossa atencao .   Bem cordialmente.   Simao SOUINDOULA DECENIO MUNDIAL DAS POPULACOES AFRODESCENDENTES (2012
        Message 3 of 5 , Jan 13, 2013

          Estimados colegas,
           
          Devo agradecer-lhes da vossa atencao .
           
          Bem cordialmente.
           
          Simao SOUINDOULA

          DECENIO MUNDIAL DAS POPULACOES AFRODESCENDENTES (2012 -2022)

          “NYINGI” ANGOLANAS ENRAIZARAM-SE NAS AMERICAS E CARAIBAS

          E um dos principais factos que ressai da “Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana”, obra da autoria do imparável Nei Lopes, livro que acaba de ser reeditado em São Paulo, nas corretivas Edições Selo Negro.

          Esta extraordinária presença linguística e antropológica, bem fixada, no Novo Mundo certifica a instalação, ai, de centenas de milhares de cativos arrastados do Quadrilátero.

           

          Respeitável bloco, cobrindo 715 paginas, esta síntese de conhecimentos (nyingi, em lunda/luba/cokwe), prefaciada pela psicóloga Elisa Larkin, companheira, de origem norte-americana, do saudoso Senador Abdias Nascimento, e organizada, naturalmente, por ordem alfabética.

          Contem cerca de 25 000 entradas dando informações sobre o continuum civilizacional niger no alem-Atlântico, em domínios de natureza social, económica e cultural.

          Assim, nota-se, no registo biográfico, a inserção de, entre outras personalidades, dirigentes de insurreições, académicos, homens de ciências e letras, médicos, políticos, líderes religiosos, artistas, arquitetos, atletas, atores de cinema, jornalistas e ativistas civis.

          Encontra-se, ai, referências sobre comunidades, grupos étnicos, associações e outras entidades.

          O inventário fornece, igualmente, precisões sobre múltiplos acontecimentos históricos, e vários dados indo de navios negreiros a cemitérios.

          Há, também, esclarecimentos sobre escolas músico- coreográficas, companhias de teatro e festivais.

          Enfim, a relação proporciona elementos sobre a vida religiosa, singularmente, efervescente, dos afrodescendentes.

          VERBETES

          Algumas referências a apontar no registo das personalidades são as de Juan Lubola (1635 – 1664), líder marron, na Jamaica e de Musinga, chefe rebelde dos Becu- Musinga ou negros Mutuari, na Guiana, no seculo XVIII.

          Uma alcunha inesquecível e do Príncipe de Bundo, figura social, controverso, da história da escravidão na Jamaica, entre os seculos XVIII e XIX.

          Deve, também reter, o João Mulungu (1859-1876), líder do quilombo de Divina Patorra, em Sergipe.

          Nota-se um verbete sobre Edison Carneiro (1912 -1972), historiador afro-brasileiro, autor do clássico “Negros Bantu”, publicado em 1937.

          Releva-se um informe sobre a cantora lírica brasileira, soprano, formada no Conservatório Superior de Paris, Luanda Siqueira, que mereceu este apelido, por ter nascido, em 1975, ano da independência da sua terra de origem.

          De salientar, entre as perpetuações etnonímicas, a, inesperada, notada nas margens do estuário de la Rio de la Plata, Lubolo.

          Designa, igualmente, as “Sociedades Lubolos” ou os blocos “Negros Lubolos”, grupos carnavalescos de Montevideu, surgidos em 1874 e integrado por foliões brancos, com os rostos pintados, fantasiados de escravos.

          OAXACA

          Cujila e a comunidade de insurrectos que evoluía no Estado de Oaxaca, no México, no litoral do Pacifico, no seculo XVIII.

          O autor de “Bantu, Males e Identidade Negra “ (1988), inscreveu, no domínio social, termos, bem reveladores, tais como cabunda, escravo fugido, que vivia em estado de cimarronagem ; cacanje, que designava o português mal falado ou mal escrito; sambo, negro que suportava, manhosamente, a humilhação esclavagista, nos EUA.

          Incluiu, analogamente, mazombo, filho de português nascido no Brasil; minga, trabalho coletiva dos negros no Equador, malongue, companheiro, em Trinidad; cucufo, o diabo, e chimba, agir, com inteligência, no Peru.

          Os “angolo-congueses” empregam, no Uruguai, o termo bambaquere, no sentido de carinho.

          Nei Lopes confirma, neste capítulo, a influência dos mbika no Brasil, com a inclusão da expressão Fumo-de-Angola, que designa, recatadamente, a maconha; fumar o viril diamba, facto que podia levar para cafua, cela para castigo de escravos, do bantu kufua, morte ou ser marcado com calimba, ferro com que se assinalava os escravos teimosos, do bantu dimbu.

          Simpáticos epicurianos, os Congo/Angola deixaram, irreversivelmente, o termo angoleiro, como o jogador da capoeira angola ou o adepto do candomblé angola.

          Quanto a angolinha e um dos toques de berimbau no jogo da capoeira, tal como o Benguela-Sustenido ou o Cabula.

          O pai do Dicionário Banto do Brasil (1996) indica que o candonga e um dos folguedos atestados no Equador.

          Quanto ao termo canyengue , em uso na Argentina, e uma variante do tango, inicial, dança lasciva de negros portenhos, do bantu, kinyenge.

          O povo djuka de Suriname exibe a dança bandamba, enquanto os Benguelas do Uruguai exibem a curimba, do umbundu, okuimba, cantar, e, os Atu em Trinidad e Tobago, organizam o ganga, uma bailada ritual.

          ANGUILLA

          A enunciação gumbé, na Jamaica e em Saint Thomas, e relativa a um tambor e a uma dança, enquanto nas Bermudas, refere-se a uma mascara tradicional.

          Recordar – se-a que a ilha jamaicana atesta o conhecido ritual kumina, do bantu, mandar.

          Uma das entradas da Enciclopédia e kabinda, que indica em Trinidad, um género de música e dança.

          A manifestação coreográfica, ponto cardinal, expressiva, dos Bantu e referenciada como kofutu, uma dança dos maroons do Suriname, lando ou samba –lando, no Peru, maboba, na Republica Dominicana, madjoumbe, na Martinica, termo proveniente de mayombe,  mariyanda ou mariangola, em Porto Rico.

          O investigador, sambista, identificou em Anguilla, o Mayoumba Folclórica Theatre e faz recordar que a catonga e uma brincadeira de roda das crianças no Uruguai.

          A prática religiosa na diáspora alem-Atlântico e bem impregnada de componentes “congo-angola” como o inquice abanto atestado em alguns terreiros de Maranhão, o temível espirito errante, acufa, defunto, certificado nos cultos pernambucanos.

          A inteligência medicinal atravessou o infinito kalunga. E, e atestado o alecrim-de-Angola, uma erva usada na preparação de banhos e defumações, da família de pimenteiro.

          Os angolo-congues continuaram os seus cultos, o bacuro, espirito da natureza, do bantu nkulu, antigo. Precisaram, na Espanola, a designação bakoulou-baka, para designar o espirito maligno que perambulam nas noites, tal como o Bicho-Mongongo, personagem da mitologia afro-brasileiro.

          Entre as numerosas divindades dos “Congos cubanos”, há os Baluande.

          Enfim, o repertorio explica que em Santa Lúcia, nas Pequenas Antilhas, o kutumba e uma cerimónia religiosa.

          De realçar na vasta bibliografia utilizada pelo historiador carioca, estudos tais como “Ta makuende yaya …” das cubanas Arosteguy e Villagas (1998), “Nzinga” de Glasgow Roy (1982) e “Um pedaço de Angola na Vila do João” de Cláudia Amorim (2002).

          Obra de grande utilidade, a Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana apresenta-se como o único inventário, em língua portuguesa, sobre este domínio e um instrumento, essencial, no conhecimento da história extramuros do Quadrilátero, que esta a espera da constituição do seu Commonwealth.

           

          Por

          Simão SOUINDOULA

                   Comité Cientifico Internacional

          do Projeto da UNESCO « A Rota do Escravo »

          C.P. 2313 Luanda (Angola)

          Tel. : 929 79 32 77

           

          --- En date de : Dim 23.12.12, Centro de Estudos Multiculturais <multiculturas@...> a écrit :

          De: Centro de Estudos Multiculturais <multiculturas@...>
          Objet: [Lista do C. Est. Multiculturais] Necessito de bibliografia!
          À: multiculturais@yahoogroups.com
          Date: Dimanche 23 décembre 2012, 1h23

           
          De: Flavia Lundberg
          flanikiti@...

          Boa tarde!
          Acabo de descobrir o site de voces. Sou brasileira, estou a tirar o
          mestrado em Ciencias da Educacao na Universidade Nova de Lisboa, vi
          que tem uma otima bibliografia no vosso site e gostaria de saber como
          posso ter acesso a alguns textos, pois meu projeto de pesquisa sera em
          Multiculturalismo, e vou investigar as politicas de integracao social
          adotadas pelas escolas em Portugal.

          Obrigada!

          Atenciosamente,
          Flavia Lundberg
          flanikiti@...
        • Celso Luiz
          Nao entendi os conteudos! To: From: redaccao@apagina.pt Date: Fri, 4 Jan 2013 12:55:44 +0000 Subject: RE: [Lista do C. Est. Multiculturais] Necessito de
          Message 4 of 5 , Jan 24, 2013
            Nao entendi os conteudos!
            To:
            From: redaccao@...
            Date: Fri, 4 Jan 2013 12:55:44 +0000
            Subject: RE: [Lista do C. Est. Multiculturais] Necessito de bibliografia!


























            Bom dia,



            Pode obter mais informacoes em:

            http://www.profedicoes.pt/livraria/



            e em

            http://www.apagina.pt/?aba=9&cat=513&mid=2



            Com os melhores cumprimentos,



            Silvia Enes



            Description: cid:3412862849_274247



            De: multiculturais@yahoogroups.com [mailto:multiculturais@yahoogroups.com]

            Em nome de Centro de Estudos Multiculturais

            Enviada: domingo, 23 de Dezembro de 2012 0:23

            Para: multiculturais@yahoogroups.com

            Assunto: [Lista do C. Est. Multiculturais] Necessito de bibliografia!



            De: Flavia Lundberg

            flanikiti@...



            Boa tarde!

            Acabo de descobrir o site de voces. Sou brasileira, estou a tirar o

            mestrado em Ciencias da Educacao na Universidade Nova de Lisboa, vi

            que tem uma otima bibliografia no vosso site e gostaria de saber como

            posso ter acesso a alguns textos, pois meu projeto de pesquisa sera em

            Multiculturalismo, e vou investigar as politicas de integracao social

            adotadas pelas escolas em Portugal.



            Obrigada!



            Atenciosamente,

            Flavia Lundberg

            flanikiti@...
          • souindoula simao
            Amigavelmente desde a Cidade Velha. Simao SOUINDOULA Hotel Limeira Room 24 Ribeira Grande de Santiago Tel.: + 238 2671103 / 2671104 Historiador em Cabo Verde
            Message 5 of 5 , Jan 25, 2013
              Amigavelmente desde a Cidade Velha.

              Simao SOUINDOULA
              Hotel Limeira
              Room 24
              Ribeira Grande de Santiago
              Tel.: + 238 2671103 / 2671104




              Historiador em Cabo Verde para falar sobre escravatura

              25 de Janeiro, 2013

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              Simão Souindoula participa na iniciativa como vice-presidente de A Rota do Escravo

              Fotografia: Jornal de Angola

              O historiador angolano e vice-Presidente do Comité Científico Internacional do Projecto da UNESCO “A Rota do Escravo”, Simão Souindoula, partiu na quinta-feira para a cidade da Praia, onde vai participar nas Festas de Nhu Santu Nomi di Jesus.


              A iniciativa é organizada pela Câmara Municipal da Ribeira Grande de Santiago em colaboração com a Curadoria da Cidade Velha, declarada pela UNESCO Património Mundial, em Junho de 2009.


              O historiador vai ainda participar na tomada de posse da Comissão Nacional cabo-verdiana do projeto “A Rota do Escravo” e intervir numa conferência sobre a abolição da escravatura no espaço Atlântico, para analisar as causas económicas, sociais, políticas e religiosas que favoreceram a interdição desta forma inaceitável de exploração de seres humanos.

               

              “Também vou fazer um contra-exame das razões que presidiram ao refreio do movimento abolicionista, e que permitiu a continuação de um tráfico negreiro clandestino, em plena segunda metade do século XIX”, explicou o historiador ao Jornal de Angola.


              Simão Souindoula informou que vai ter sessões de trabalho com o professor Moussa Ali Iye, director do projecto “A Rota do Escravo”, para ser feito o ponto de situação da preparação, científica e técnica, da conferência sobre “A descendência escrava”, que é subordinada ao tema “Memória reconciliadora”.


              “Este encontro vai decorrer, de 25 a 27 de Março, em Luanda, no âmbito do 25 de Março, Dia das Vítimas da Escravatura e do Tráfico Negreiro”, adiantou.


              Devido ao tráfico negreiro, Cabo Verde registou um crescimento do povoamento humano ligado, essencialmente, ao seu papel de zona de trânsito dos escravos.

               

               A inscrição da Cidade Velha foi a primeira inserção de um sítio cabo-verdiano na Lista do Património da Humanidade.






              --- En date de : Ven 4.1.13, redaccao@... <redaccao@...> a écrit :


              De: redaccao@... <redaccao@...>
              Objet: RE: [Lista do C. Est. Multiculturais] Necessito de bibliografia!
              À:
              Date: Vendredi 4 janvier 2013, 13h55

               
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              Silvia Enes

              Description: cid:3412862849_274247

              De: multiculturais@yahoogroups.com [mailto:multiculturais@yahoogroups.com]
              Em nome de Centro de Estudos Multiculturais
              Enviada: domingo, 23 de Dezembro de 2012 0:23
              Para: multiculturais@yahoogroups.com
              Assunto: [Lista do C. Est. Multiculturais] Necessito de bibliografia!

              De: Flavia Lundberg
              flanikiti@...

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              Obrigada!

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