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Liberalizacao cultural em Witwatersrand

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  • souindoula simao
    Um forte abraco desde Engoli, a cidade do ouro . Simao SOUINDOULA Perito da UNESCO Hotel Lamunu Room 506 Tel.: + 27 0 11 242 8600 Braamfontein, Joanesburgo
    Message 1 of 2 , Jul 2, 2011
      Um forte abraco desde Engoli, "a cidade do ouro".
       
      Simao SOUINDOULA
      Perito da UNESCO
      Hotel Lamunu
      Room 506
      Tel.: + 27 0 11 242 8600
      Braamfontein, Joanesburgo
      (South Africa)
       
       

      UNESCO/CONFERENCIA EM JOANESBURGO

       LIBERALIZACAO DA GESTAO DO PATRIMONIO CULTURAL DOS ESTADOS DA SADC

       

      E o anunciado, principal, resultado do Encontro Internacional sobre o Museologia Integrativa, que terá lugar na grande metrópole sul-africana, na sua principal universidade, a, de Witwatersrand, de 29 de Junho a 3 de Julho.

      O historiador angolano, Simão Souindoula, participara, neste importante encontro, na sua qualidade de Consultor da União Africana.

       

      Preparada pelo Conselho Internacional dos Museus (ICOM), instituição adstrita a Organização das Nações Unidas pela Educação, Ciência e Cultura, com o apoio da Fundação norte-americana Paul Getty, a reunião, que será organizada, pela primeira vez, no continente africano, reagrupara uma centena de investigadores, curadores de exposições, administradores culturais, especialistas e profissionais ligados a preservação e revalorização do património histórico e cultural, de vários quadrantes do mundo.

      A grande problemática que será ao centro dos debates no Wits, que decorrerão, exclusivamente, em inglês, e o desenvolvimento de novas aplicações digitais no domínio dos museus, monumentos e sítios, no espírito da Convenção da UNESCO, de 2005, sobre a protecção e a promoção da diversidade das expressões culturais.

      Recomendada pela Comissão da União Africana, a participação do perito angolano terá como forca, o seu documento que serviu de “Key-Notes Adress”, pronunciada na abertura do Segundo Congresso Panafricano de Cultura que teve em Addis Abeba, em Novembro de 2009.

      Os trabalhos da capital etíope foram subordinados ao tema geral “Inventario, Protecção e Promoção dos Bens Culturais Africanos”.

       Souindoula defendeu, aí, a necessidade dos Estados da União, de definir, corajosamente, a luz do quadro de liberalismo económico instaurado no continente, nos fins dos anos 80, novas fórmulas de parceria estratégica para a gestão do património cultural africano.

      MODELOS DE GESTAO


                Esta orientação visa a implantação de modelos de gestão, eficaz e rentável, de sítios de memória, de monumentos e museus graças a gestão privada, associativa e empresarial.

       

      Tendo em conta que o pesado aparelho do Estado não esta vocacionado a servir de operador económico ou de actor cultural, a solução de bom senso, e a via liberal.

               

      Isso permitira, segundo aquele perito, o fácil equipamento dos museus, o recrutamento de pessoal qualificado, o manejo de recursos financeiros suficientes para a manutenção global, correcta, do património, uma renovação, a prazo aceitável, das exposições, uma organização de actividades de animação cultural e artísticas atraentes.

       

      O Vice-Presidente do Comité Cientifico do Projecto da UNESCO “A Rota do Escravo “, apontou como vantagens da liberalização do sector, a publicação de catálogos e outros trabalhos científicos, a edição de suportes imprimidos, a construção de Web sites, activos e a, subsequente, montagem das indispensáveis declinações electrónicas de exposições.

       

      Peremptório, acrescentou que a gestão privada do património e a via mais indicada para atingir os critérios internacionais neste domínio, parâmetros decisivos para o desenvolvimento dos circuitos turísticos.

       

      O especialista espera que em Angola, esta opção seja adoptada depois da reabertura do Museu da Historia Militar, da inauguração do impressionante Memorial Agostinho Neto ou a construção do Museu dos Petróleos.

      O nosso pais já ganhou, aparentemente, uma futura gestão empresarial neste sector, com a abertura, esperada, do Museu do Diamante, graças a ENDIAMA.

                Outro projecto de iniciativa privada, em curso, e a construção da galeria “As Rotas Angolanos da Escravatura” pelo Triangulo Kanawa, no quadro da valorização histórica da península de Mussulo.

                De notar que o perito angolano intervirá, no dia 29 de Junho, num workshop, que reagrupara representantes dos quinze Estados membros da SADC.

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