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Res: [Lista do C. Est. Multiculturais] artigo sobre CASTAS

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  • Nataniel Ngomane
    Caríssimo Juvenal,   eu não tenho nada sobre castas; nem artigos nem livros. Mas há uma telenovela brasileira que, tendo passado na TVGlobo, há pouco
    Message 1 of 6 , Mar 28 4:01 AM
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      Caríssimo Juvenal,

       

      eu não tenho nada sobre castas; nem artigos nem livros. Mas há uma telenovela brasileira que, tendo passado na TVGlobo, há pouco tempo, começará a passar dentro de dias na STV, em Maputo: "Caminho das Índias". Não é, propriamente, o tipo de material que pretende, mas é elucidativo, pois acaba apresentando sugestões interessantes sobre práticas e relações entre algumas castas, inclusive, sobre as mudanças que se vão operando sob o impacto da modernidade.

       

      Abração!,

       

      Nataniel Ngomane


       
      Nataniel Ngomane
      Departamento de Linguística e Literatura
      Faculdade de Letras e Ciências Sociais da UEM
      Campus Universitário - C.P. 257
      Maputo - Moçambique



      De: António Cabrita <cabrita96323@...>
      Para: multiculturais@yahoogroups.com
      Enviadas: Sexta-feira, 26 de Março de 2010 8:22:19
      Assunto: Re: [Lista do C. Est. Multiculturais] artigo sobre CASTAS

      Meu caro Juvenal,
      eu nao tenho artigos, tenho livros em casa sobre as castas. por isso se
      quiseres contacta/me, abraco antonio cabrita

      2010/3/25 Juvenal Bucuane <juvenal.bucuane@...>

      >
      >
      > Sou escritor moçambicano, licenciado em Linguística pela UEM. Encontro-me a frequentar mais um curso de licenciatura, desta feita em Direito na mesma universidade. Gostaria que alguém me enviasse um artigo sobre
      CASTAS de uma forma geral, particularizando o caso da India.
      >
      > Um forte abraço
      > Juvenal Bucuane
      > Maputo - Moçambique
    • souindoula simao
          VII MOSTRA INTERNACIONAL D’ARTE MULHER   UM MOVIMENTO DE AFIRMACAO PLASTICA DE EXCEPCAO   E, a principal impressao que o publico 
      Message 2 of 6 , Mar 28 10:18 PM
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        VII MOSTRA INTERNACIONAL D’ARTE MULHER

         

        UM MOVIMENTO DE AFIRMACAO PLASTICA DE EXCEPCAO

         

        E, a principal impressao que o publico  ressentiu das visitas da exposicao colectia relativa a este programa de promocao artistica, anual, organizado, na simpatica  galeria Celamar, pela ocasiao da crlebracao do Mes de Marco, périodô de sublimacao, por  excelencia, da venustidade.

         

                 Esta bela vitrina regrupou uma centena de obras apresentadas pela uma trintena de artistas plasticas, dominando  diversas especialidades de expressao  visual : pintoras, designers, tecedoras, bijuteiras, decoradoras, fotografas, céramistas, escultoras e estilistas; originarias da Africa do sul, da Australia, do Brasil, da Espanha, do Kenia, da Noruega, de Portugal, da Russia, do Ruanda e do pais hospede.

         

                 Ponto forte da continuidade tecnica desta experiencia, unica, em Angola, reencontrou-se as fieis ao encontro da rua  Murtala Mohamed, as fazendo parte do « bloco duro » da Mostra, tais como a talentuosa Virginia Romao, mestre da pintura a oleo, a delicada projectora dos interiores Nair Vieira Dias, a habil cordeira Domingas Massocolo, Ana Suzana David, a ingeniosa  constructora, em cimento branco,  Kiana, a erudita, surpreendentemente enraizada, princesa da argila, Helga Gamboa, Filomena Coquenao, a tenaz criadora sobre o acrilico, a engagada, sobre tecnicas mistas, Paula Webba e a nilotica, naturalmente, grande, especializada nas replicas em miniatura, Imaculada Sahaha, définitivamente fascinada pelas distinguidas  « bessanganas ».

         

                 Admirou-se, igualmente e novamente, neste grupo ; o pincel   celere, oceanico, de Stephanie Sheppard, as sedudoras criacoes da Rainha do luxo, Henda Traca, os tecidos pintados, suahili, de Doren Namulanda e as cores contemporaneas da brasileira Solange E. Cardoso.

         

                 Inteligemente, as organisadoras da expo dos 2M, convidaram, numa perspectiva de abertura, de procura da necessaria  evolucao  e de regeneracao, novos talentos, tais como a sul-africana Kristen Mumford, atada a fixaçao  digital, a noruega Bente Vindvk, militante de uma pintura academica, sensivel ao montante Sanctuario da Muxima, e a esmeraldista  angolana Fernanda T. Maria.

         

                 Observadoras e vitimas de uma historia muitas das vezes, incontrolavel, as criadoras da ilha das crencas, abordaram um vasro campo tematico.

         

                 Notou-se as diversas facetas da vida das mulheres, o desejo de afirmacao da sua plena humanidade,  a sua desorientacao, o seu optimismo, as suas ambicoes, o seu respeito do equilibrio ecologico da natureza, o realce das tradicoes, a consideracao para a religiao, a lembranca da dificil puberdade e a felicidade do noivado.

         

        VENUSTIDADE

         

                 Astutas, varias artistas optaram para obras sem titulo, deixando o publico, o cuidado de decifrar as suas mensagens, planteadas entre preocupacoes estrictamente ligadas ao genero  e as, globais, a toda a sociedade.

         

                 Os temas escolhidas, nao revelados, foram, no entanto, bem lisiveis, tais como a necessidade de melhoria da condicao social da mae e da crianca, a luta contra a violencia domestica, verdadeira heranca do conflito que assolou, nos ultimos decenios, o pais, e que atingiu os lares.

         

                 Programa com um forte potential de expansao artistico e social, e organizado com muita aplicacao, o que valeu a Mostra; de beneficiar do concurso de, entre outras instituicoes, o da Fundacao LR Arte et Cultura, a exposicao da banda insular e um verdadeiro sinal de tempos novos, o da promocao do genero feminino pela propria mulher. Com efeito, a iniciativa foi tomada, anos atras, pela insuspeitada forca organizadora, tranquila e humilde, a tecedora Marcela Costa.

         

                 Em suma, a Mostra e uma realizacao sintomatica, a surgida no contexto de uma nova era, a do pleno desenvolvimento cultural e artistico de Angola, evolucao a cargo da toda a sociedade, e, em particular, do seu segmento, extraordinariamente, creativo, o das mulheres artistas.

         

        Simao SOUINDOULA

        Historiador et critico de arte  

        Membro do Comite Cientifico

        Terceiro Festival Mundial das Arts Negras,

        Dakar, dezembro 2010

        C.P. 2313

        Luanda

        (Angola)

        Tel. : + 244 929 74 57 34

        Renovo-lhe a expressao de toda a minha consideracao desde a ainda fria capital francesa.
         
        Simao SOUINDOULA
         
        Tel.: + 33 03 27 79 93 90  - Paris - UNESCO
         
         
      • juvenal.bucuane@tvcabo.co.mz
        Grande irmao, agradeço a sua reacçao e a sugestao que me dá. Um abraço. Juvenal Bucuane ... From: Nataniel Ngomane Date: Sun, 28 Mar
        Message 3 of 6 , Apr 8, 2010
        • 0 Attachment
          Grande irmao, agradeço a sua reacçao e a sugestao que me dá. Um abraço.

          Juvenal Bucuane



          -----Original Message-----
          From: Nataniel Ngomane <nngomane@...>
          Date: Sun, 28 Mar 2010 04:01:17
          To: <multiculturais@yahoogroups.com>
          Subject: ***SPAM*** Res: [Lista do C. Est. Multiculturais] artigo sobre CASTAS

          Caríssimo Juvenal,
           
          eu não tenho nada sobre castas; nem artigos nem livros. Mas há uma telenovela brasileira que, tendo passado na TVGlobo, há pouco tempo, começará a passar dentro de dias na STV, em Maputo: "Caminho das Índias". Não é, propriamente, o tipo de material que pretende, mas é elucidativo, pois acaba apresentando sugestões interessantes sobre práticas e relações entre algumas castas, inclusive, sobre as mudanças que se vão operando sob o impacto da modernidade.
           
          Abração!,
           
          Nataniel Ngomane

           Nataniel Ngomane
          Departamento de Linguística e Literatura
          Faculdade de Letras e Ciências Sociais da UEM
          Campus Universitário - C.P. 257
          Maputo - Moçambique
        • souindoula simao
            CINQUENTENARIO DAS INDEPENDENCIAS AFRICANAS   COLOQUIO INTERNACIONAL   « Os cinquenta anos das independencias dos Estados africanos »   Brazzaville,
          Message 4 of 6 , Apr 12, 2010
          • 0 Attachment
             
            CINQUENTENARIO DAS INDEPENDENCIAS AFRICANAS
             
            COLOQUIO INTERNACIONAL
             
            « Os cinquenta anos das independencias dos Estados africanos »
             
            Brazzaville, 3 – 6 de agosto de 2010
             
             
            Resumo de comunicaçao:
             
            “O vento de Addis ou cinquenta anos de dinamica unitaria africana”
             
             
                     Um dos factos marcantes da historia contemporanea do mundo foi, sem duvida, a libertaçao, a volta dos anos 60, de varios paises africanos, da dominaçao colonial.
             
                     Concentrada, principalmente, junto do bloco dos paises francofonos, esta evoluçao emancipadora continuou, lançou e consolidou diversas iniciativas panafricanistas de caracter politico, social e cultural.
             
                     E, a grande concretizaçao deste poderoso engajamento ideologico foi a realizaçao da “constituinte”, alguns meses logo apos esta emancipaçao agrupada, que reuniu em Addis Abeba , na Etiopia, em maio de 1963, uma trintena de Estados que criou a Organizaçao da Unidade Africana.
             
                     Plataforma doravante emblematica da Africa unida, a OUA apoiara, durante uma quarantena de anos, diversas estruturas de cooperaçao regional cujas algumas se transformarao em seus organismos especializados. Ele suscitara, igualmente, outras entidades de caracter tecnico.
             
                     A sua mutaçao, em 2002, em Uniao Africana, confirmara o processo federadora no qual esta engajado o continente e cujas instituiçoes de consolidaçao sao constituidas pela uma vintena de organizaçoes de integraçao regional (os OIR) e uma centena de estruturas de coordenaçao tecnica de envergadura continental, encarregada de questoes de natureza economico, social e cultural.
             
                     E incontestavel que cinquenta anos apos a grande vaga das independencias africanas, um dos ganhos, maiores, de Africa foi, invariavelmente a sua notavel capacidade de consenso a volta da necessidade vital da sua integraçao e da subsequente construçao a termo de um Estado federal.
             
                     Esta esquema de desenvolvimento historico parece ser o no qual se engajara a Afrikiya, evoluçao que conduzira, sem duvida, a sua Renascença.
             
            Simao SOUINDOULA
            Historiador / Perito UNESCO
            C.P. 2313
            Luanda
            (Angola)
            Tel.: + 244 929 74 57 34
             
            Com as minhas melhoras saudaçoes desde a capital francesa.

            Simao SOUINDOULA

            Tel.: + 33 03 27 79 93 90 -UNESCO - Paris
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