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RE: [Lista do C. Est. Multiculturais] SOU BRASILEIRA

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  • Licinia Lima
    Bom dia, Compreendo o seu desabafo. Sou Angolana e estou a viver em Portugal ha 17 anos e também passei por isso. Ainda hoje passo por situações
    Message 1 of 9 , Aug 2, 2009
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      Bom dia,

      Compreendo o seu desabafo. Sou Angolana e estou a viver em Portugal ha 17 anos e também passei por isso. Ainda hoje passo por situações complicadas, lamentáveis e tristes. Ha anos atrás era muito mais difícil, mais ao longo dos anos sinto que as pessoas têm mudado um pouco, as suas atitudes. Verifico principalmente nos locais de trabalho, que com a crise as pessoas se sentem mais inseguras e isso reflete-se bastante no trabalho que desenvolvem. O mais importante é focarmos a nossa atenção nos nossos objetivos, família e nos verdadeiros amigos.

      Que tudo corra bem. Força e determinação.

      _____________


      To: multiculturais@yahoogroups.com
      From: cirlene171@...
      Date: Wed, 15 Jul 2009 00:14:45 +0100
      Subject: [Lista do C. Est. Multiculturais] SOU BRASILEIRA


      Ex mos Senhores:

      Centro de Estudos Multiculturais:



      SOU BRASILEIRA E VIVO EM PORTUGAL HA 8 ANOS, SOU LEGALIZADA E GOSTARIA DE SABER O PORQUÊ DE UM IMIGRANTE TER QUE PROVAR TODOS OS DIAS QUE NÃO QUER NADA ALÉM DE DIGNIDADE



      ESTOU A CONCLUIR UMA FORMAÇÃO NO IEFP DE SETÚBAL E DESDE O PRIMEIRO DIA VENHO A SER DISCRIMINADA POR SER NEGRA E POR SER BRASILEIRA.



      TENHO CONSCIÊNCIA QUE NEM TODOS PORTUGUESES COMUNGAM DESSA ATITUDE.



      EU GOSTO DE AUTENTICIDADE NÃO GOSTO QUE AS PESSOAS SEJAM HIPÓCRITAS NEM COMIGO E NEM COM OS OUTROS, EU NÃO QUERO MUDAR O MUNDO, MAS O RESPEITO É MUITO IMPORTANTE PARA VIVERMOS EM SOCIEDADE.



      DESCULPEM O MEU DESABAFO

      ATENTAMENTE

      CIRLENE PEREIRA
    • jcl@uevora.pt
      Boa tarde! A dificuldade associada a casos de discriminação do tipo relatado nas mensagens é provar que isso aconteceu. Umas vezes, a discriminação é
      Message 2 of 9 , Aug 3, 2009
      • 0 Attachment
        Boa tarde!

        A dificuldade associada a casos de discriminação do tipo relatado nas
        mensagens é provar que isso aconteceu. Umas vezes, a discriminação é
        frontal, noutras, é dissimulada.

        É preciso, também, ter em conta que a xenofobia existe em todo os
        países. Há poucos meses a Comunidade Europeia emitiu uma diretiva
        recomendando aos Estados-membros a adoção de programas educacionais com conteúdos pedagógicos no sentido de minimizarem essas atitudes por parte das populações. Em Portugal é recorrente a frase "Detesto os espanhóis", embora não haja razão para essa aversão; pelo contrário, em Espanha, basicamente não se fala de Portugal...
        Reconhece-se que é difícil eliminar os estereótipos.

        O fundamental é ter-se consciência dos deveres e direitos dos cidadãos,em todas as circunstâncias.

        Cordialmente
        Júlio Lima




        > Bom dia,
        >
        > Compreendo o seu desabafo. Sou Angolana e estou a viver em Portugal ha 17
        > anos e também passei por isso. Ainda hoje passo por situações complicadas,
        > lamentáveis e tristes. Ha anos atrás era muito mais difícil, mais ao longo
        > dos anos sinto que as pessoas têm mudado um pouco, as suas atitudes.
        > Verifico principalmente nos locais de trabalho, que com a crise as pessoas
        > se sentem mais inseguras e isso reflete-se bastante no trabalho que
        > desenvolvem. O mais importante é focarmos a nossa atenção nos nossos
        > objetivos, família e nos verdadeiros amigos.
        >
        > Que tudo corra bem. Força e determinação.
        >
        > _____________
        >
        >
        > To: multiculturais@yahoogroups.com
        > From: cirlene171@...
        > Date: Wed, 15 Jul 2009 00:14:45 +0100
        > Subject: [Lista do C. Est. Multiculturais] SOU BRASILEIRA
        >
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        > Ex mos Senhores:
        >
        > Centro de Estudos Multiculturais:
        >
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        > SOU BRASILEIRA E VIVO EM PORTUGAL HA 8 ANOS, SOU LEGALIZADA E GOSTARIA DE
        > SABER O PORQUÊ DE UM IMIGRANTE TER QUE PROVAR TODOS OS DIAS QUE NÃO QUER
        > NADA ALÉM DE DIGNIDADE
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        > ESTOU A CONCLUIR UMA FORMAÇÃO NO IEFP DE SETÚBAL E DESDE O PRIMEIRO DIA
        > VENHO A SER DISCRIMINADA POR SER NEGRA E POR SER BRASILEIRA.
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        > TENHO CONSCIÊNCIA QUE NEM TODOS PORTUGUESES COMUNGAM DESSA ATITUDE.
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        > EU GOSTO DE AUTENTICIDADE NÃO GOSTO QUE AS PESSOAS SEJAM HIPÓCRITAS NEM
        > COMIGO E NEM COM OS OUTROS, EU NÃO QUERO MUDAR O MUNDO, MAS O RESPEITO É
        > MUITO IMPORTANTE PARA VIVERMOS EM SOCIEDADE.
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        > DESCULPEM O MEU DESABAFO
        >
        > ATENTAMENTE
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        > CIRLENE PEREIRA
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      • souindoula simao
            Música tadicional Brazzaville capital da música africana Sétima edição do Festival Panafricano de Música acontece na capital congolesa de 3 a 7 de
        Message 3 of 9 , Aug 7, 2009
        • 0 Attachment
           
           
          Música tadicional

          Brazzaville capital da música africana

          Sétima edição do Festival Panafricano de Música acontece na capital congolesa de 3 a 7 de Agosto

          A partir de segunda-feira próxima, 3 de Agosto, a cidade de Brazzaville, capital do Congo, transforma-se uma vez mais na capital da música africana, com a realização da sétima edição do Festival Panafricano de Música (FESPAM). Um certame que reúne, de dois em dois anos, artistas e especialistas para brindar a arte de compor sons e traçar estratégias visando o seu desenvolvimento no continente negro e na diáspora.

           
          Durante toda semana, até sexta-feira, vários espetáculos musicais, feiras, seminários, workshops e debates serão realizados, a luz do lema “A Música Africana nas Encruzilhadas da Globalização”, num encontro em que se espera a presença de representantes de mais de trinta países africanos e não só.

           
          Angola estará presente com uma delegação que será encabeçada pelo vice-ministro da Cultura, Luís Kandjimbo que se desloca já amanhã para a capital congolesa. Sobre a participação angolana há também a destacar a presença em Brazzaville do historiador Simão Souindoula, convidado especial da organização, que irá apresentar um seminário sob o tema “A expansão da música digital africana na internet”.

           
          O especialista angolano, que representou durante vários anos o CICIBA (Centro Internacional das Civilizações Bantu) no Conselho de Administração deste Festival, fará uma comunicação consubstanciada na problemática da música africana numérica, o seu potencial no world wide web e os seus efeitos no mercado internacional. “Este prodigioso suporte (internet) foi, naturalmente, aproveitado por diversos provedores de ofertas de acesso a websites, produtores, editores,plataformas de distribuição em linha e vários promotores”, refere o angolano que irá analisar também o balanço financeiro e a avaliação das consultas de alguns websites que oferecem música africana. Recorde-se que o FESPAM é uma instituição constituída essencialmente de duas partes, a primeira dedicada à música e performance e a segunda à análise e reflexão intelectual e científica desta arte.

          Peritos do mundo inteiro

          Mais de 60 peritos internacionais são esperados em Brazzaville para participarem nas atividades científicas da sétima edição do FESPAM. Encontros como o VI Simpósio de Música Africana, Tribuna de Música Africana, Workshop Corais Líderes sem Fronteiras e a oficina de direitos de autor, entre outros, constam na lista dos principais acontecimentos da presente edição do certame. Musicólogos, curadores, críticos, sociólogos, historiadores, professores universitários, jornalistas culturais, políticos e outros peritos provenientes de todas as partes do mundo irão emprestar a sua sabedoria em prol do tema a que se propõe o FESPAM. Dentre esses especialistas, quatro são das Américas, 12 da Europa, um da Ásia, 43 da África e Caribe, para além de quatro peritos do Congo Brazzaville. Em debate estarão assuntos como o alcance e o interesse histórico, político, económico e sócio-cultural da música tradicional africana, bem como da música
          africana na diáspora, contribuindo para elevar a consciência pública sobre as implicações e consequências dos problemas da globalização em termos culturais. Museu da Música O Museu Panafricano da Música que abriu oficialmente as suas portas em Novembro de 2008, na cidade de Brazzaville, será um dos principais atractivos do sétimo FESPAM. O museu, primeiro do género em África, foi fundado por iniciativa da União Africana (UA), como parte do Festival. Trata-se pois de uma instituição de caráter cultural e científico dedicada à investigação, promoção e conservação da música africana e dos instrumentos musicais africanos. Entre os seus objetivos, fala-se da aquisição de colecções de técnica instrumental e iconografia, exploração e desenvolvimento do fenómeno musical, conservação preventiva de coleções, recolha e salvaguarda do património intangível através do processo multimédia e outros. Várias coleções estão a ser formadas desde a inauguração do museu, através de três fontes: recolha, compra e doação. Até ao momento, mais de uma centena de instrumentos são aí conservados. Os mesmos estarão expostos ao público durante o Festival.

          Miss FESPAM

          Dezasseis países estão inscritos para a quinta edição do concurso de beleza denominado Miss FESPAM 2009 que irá decorrer numa grande gala a ter lugar no Hotel Olympic Palace, em Brazzaville, a 5 de Agosto próximo. Entretanto, até ao fecho da edição deste jornal, apenas seis países haviam confirmado a sua participação, nomeadamente Camarões, República Centro Africana, Burundi, Benin, Gabão e o anfitrião Congo. São ainda esperadas as candidatas do Burkina Faso, Senegal, Togo, República Democrática do Congo, Côte d’Ivoire, Ruanda, Mali e Chade, bem como as confirmações de Angola e Tanzânia. O tema deste quinto concurso é “Beleza Africana e Globalização”.

          Historial

          O FESPAM é realizado a cada dois anos no Congo Brazaville. Durante uma semana de festa, artistas, produtores, jornalistas, académicos e turistas de África e de outros continentes se reúnem neste evento eminentemente cultural.
           
          A primeira edição foi organizada em 1996. A segunda, em 1999, visto que a guerra que em 1997 arruinou as capacidades económicas do Congo não permitiu a realização do evento em 98. A organização da edição 1999 foi para o Governo daquele país um verdadeiro desafio. A terceira, quarta e quinta edições foram realizadas em 2001, 2003 e 2005, ao passo que a sexta foi em 2007. A comissão de direção do evento é composta pelo Ministro da Cultura e de Artes da República do Congo, por representantes da União Africana, UNESCO, Conselho Internacional da Música, Centro Internacional de Civilizações Bantu (CICIBA) entre outras diversas autoridades.
           
          Com os meus melhores cumprimentos desde a margem direita do Congo.

          Simao SOUINDOULA

          Relator Geral do Simposio

          in semanario " O Pais " , versao on line , 31 / 7/ 2009, Luanda
        • souindoula simao
          FESTIVAL PANAFRICANO DE MUSICA 2009   SIMAO SOUINDOULA E A BANDA MOVIMENTO DISTINGUIDOS EM BRAZZAVILLE   Este facto aconteceu, na sexta-feira passada, no
          Message 4 of 9 , Aug 9, 2009
          • 0 Attachment
            FESTIVAL PANAFRICANO DE MUSICA 2009
             
            SIMAO SOUINDOULA E A BANDA MOVIMENTO DISTINGUIDOS EM BRAZZAVILLE
             
            Este facto aconteceu, na sexta-feira passada, no estádio Félix Eboue de Brazzaville, durante a gala de encerramento da VII edição do FESPAM, acto presidido pelo Primeiro-ministro congolês, Isidore Mvouba, na presença de vários membros do Governo, parlamentares e do Corpo Diplomático acreditado na margem direita do rio Congo.
             
            Sob uma ardente animação musical, apresentando uma vasta gama de sonoridades e expressões coreográficas do continente da génese, indo do egípcio Ismaila e a ivoirense Pierrette Adams, e um magnifico e policrome fogo de artifícios, foi entregue distinção e vários prémios a artistas que se destacaram durante a sétima edição e reconhecidos o empenho de algumas personalidades africanas que contribuíram a consolidação do Festival.
             
            O célebre cantor do Congo Kinshasa, Tabu Ley “Rochereau” foi homenageado pela sua decisiva contribuição a emergência da rumba da Bacia do Congo e pela notável sensibilidade panafricanista.
             
            Quanto aos prémios do sétimo reagrupamento, de um valor individual de 2 000 dólares norte- americanos, foram recipiendários: a tórrida Choisie, do Congo da margem esquerda, a nova Rainha do makossa, Bibiane Sadey dos Camarões, o muito identitário Cheb Tarik de Algeria, o tradicionalista Ismaïlia do Egipto, a “globalizada” griote maliana Oumou Soungaré, o grande renovador da soukous Roga Roga do Congo Brazzaville e a talentosa Banda Movimento de Angola.
             
            Foram reconhecidos os méritos da muita aplicada jornalista senegalesa Nicole Sarr, do simpático etnomusicologo ivoirense Adepo Yapo, do carismático investigador keniano Charles Nyakiti Orawe e do inevitável historiador angolano, Simão Souindoula.
            Com efeito, em envolvido no FESPAM, aquele perito, exilado, durante vários anos, em Brazzaville, com o Movimento dos Plebeus, representou o Centro Internacional das Civilizações Bantu no Comité de Direcção do Festival, um dos programas culturais da União Africana, e contribui, como homem de ciência, ao um melhor conhecimento da música africana com aportes decisivos sobre a sua evolução modernista, a sua organologia e o seu tributo a libertação total de “Afrikiya”.
            Publicou dezenas de artigos, ao nível mundial e em vários idiomas, sobre a festa das músicas dos “Danados da Terra”.
            Assumiu, durante os trabalhos do Simpósio de Musica Africana, que foi organizado, na margem do sétimo reencontro festivaleiro de Nfwa, - como nas edições anteriores - as funções de Relator Geral.

            Por
            Johnny Kapela
            Rede International Bantulink
            Tel. : +  244 929 74 57 34
             
            Cordial consideracao de
            Simao SOUINDOULA
          • souindoula simao
            ARTE ANGOLANA CONTEMPORANEA O TRIPTICO EXISTENCIAL BANTU RESTITUIDO E a inevitável constatação que e feita depois da leitura do catalogo da quinta edição
            Message 5 of 9 , Aug 23, 2009
            • 0 Attachment
              ARTE ANGOLANA CONTEMPORANEA

              O TRIPTICO EXISTENCIAL BANTU RESTITUIDO

              E a inevitável constatação que e feita depois da leitura do catalogo da quinta edição do programa de incubação plástica, coletiva, Cooperate, publicação editada pela tenaz Galeria Celamar, imprimido e confeccionada, para esta remessa, em Luanda. Pode-se ler, aí, a vigorosa síntese do historiador e critico de arte angolana, Simao Souindoula.
               
              Selado em uma cinquentena de paginas e imprimido em quadricromia, este álbum, financiado pela conscienciosa Fundação Arte e Cultura, numa inteligente cruzamento com, entre outras parceiras, a nacionalista Banco de Fomento de Angola e a fiel sociedade petrolífera Total, restitua todas etapas que desembocaram a montagem da resplendor exposição de obras resultantes do confraternal ateliê.
               
              Reencontra-se, aí, sob uma generosa trama ilustrativa, o ambiente de trabalhos de realização das obras, individuais ou coletivas, de programas de formação, o conjunto das obras produzidas, a lista, as fotografias personalizadas, e breves apresentações biográficas dos artistas que participaram a choca da ilha, imagens da cerimónia da inauguração e as da animação musical, teatral e poética, que se seguiram.

              O público teve ainda o prazer de admirar, em reprodução, dentre de cerca de sessenta obras selecionadas e reproduzidas, os principais domínios de exercício escolhidos pelos cooperatistas, a semelhança da tradicional pintura a óleo, ilustrada pelas telas do veterano Avelino Kenga, da grande estrela montante da pintura angolana Francisco Dongala e do excelente Nsimba Diongo Domingos assim que as atraentes acrílicos do genial Sozinho Lopes, da talentosa Virginia Romao e do hábil  Mayingui Sabby.

              Não se cansara de admirar a inesgotável utilização de técnicas mistas cuja grande ilustração e contida nos quadros da experimentada Madalena Coelho,  a revalorizante tecelagem com os retângulos de Marcela Costa, a humilde “Dona” da Celamar, associada a Teresa Rafael, a respeitável escultura sobre madeira ilustrada com as talhas de Dito Pacheco, a velha cerâmica montada pelo sacerdotal Makiadi Mawanda e o inesperado Joao Mabuaka Mayembe e, enfim, a exata fotografia, assegurada pelo decano Paulino Damião e o jovem Constâncio de Carvalho.

              RAIZES ANTROPOLOGICAS

              Essas diferentes opções estéticas permitiram aos taumaturgos bem inspirados pela ilha do Cabo, de se engajar numa dinâmica temática e de por em relevo, em estilos, muitas das vezes, abstrata, impressionista ou figurativo, o famoso tríptico existencial da arte bantu contemporânea, a saber, as inelutáveis raízes antropológicas, a eterna “femina” respeitada, admirada ou bem-amada e a colante adversidade social.

              A publicação do catálogo do quinto encontro profissional da rua Mortala Mohammed e, sem dúvida, um indício da regeneração do mundo das artes e da cultura em Angola.
              Com efeito, a realização regular, anual, deste “estúdio”, com o apoio, quase exclusivo, de parceiros institucionais e privados, traduz a emergência de uma maior sensibilidade mecena a favor da criatividade plástica no pais.  
               
              Este sopro artístico perpetua, portanto, bem, diversos aspectos da milenária plataforma antropológica de Angola.

              Este constituía a garantia da salvaguarda da sua identidade histórica e da diversidade das suas culturas.
               
              Johnny Kapela
              International Networking Bantulink

              C.P. 2313
              Luanda (Angola, AO)
              Tel.: + 244 929 74 57 34

              Com a expressao renovada de toda a minha consideracao.

              Simao SOUINDOULA
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