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CAfe Philo - Novembro

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  • margarida.silva@ifp-lisboa.com
    CAFE PHILO DIA 14 de NOVEMBRO as 21H00 Na Cafetaria do INSTITUTO FRANCO-PORTUGUES TEMA: O PODER / LE POUVOIR Debate em frances e portugues animado por
    Message 1 of 2 , Nov 2, 2007
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      CAFE PHILO

      DIA 14 de NOVEMBRO as 21H00

      Na Cafetaria do INSTITUTO FRANCO-PORTUGUES

      TEMA: O PODER / LE POUVOIR

      Debate em frances e portugues animado por

      Jean-Yves Mercury

      Dominique Mortiaux

      Nuno Nabais


      O Poder e o tema do proximo Cafe Philo de quarta-feira dia 14 de Novembro as 21 h no Instituto Franco Portugues. A entrada e livre. O debate pode fazer-se em frances e em portugues e e, como habitualmente, animado por Jean-Yves Mercury, Dominique Mortiaux e Nuno Nabais.


      Temos que relembrar com certeza que o poder significa a capacidade de fazer algo (potentia) e tambem o exercicio desse poder sobre algo ou alguem (potestas). Logo convem distinguir e associar o poder de e o poder sobre ...


      Neste sentido o poder faz essencialmente referencia a realidade
      socio-politica, historica e economica assim como as nocoes conexas de
      coaçao, de força, de obediencia, de dominio, de autoridade e sem duvida tambem de violencia e de segredo... mas aqui nao se circunscrevem os sentidos e as realidades do poder. Isto so para dizer que o poder sob as suas multiplas formas e uma realidade da qual suportamos os efeitos sem esquecer que tambem exercemos um poder...

      Em resumo, ha poder em todas as partes, sem duvida tambem uma
      competiçao para conseguir ter poder ou obter uma forma dele, e tambem existe uma possivel partilha do poder. Resta agora fazermos perguntas sobre a maneira como nos situamos face ao/aos poder(es). Sera que existe uma necessidade politica visto que sem poder poderiamos recear a desordem ou ainda coisa pior ? Sera que o poder nao conduz a certas tentaçoes, as do excesso, do desejo de dominar, ao abuso? Sera que nao devemos, em relaçao ao poder, sentir receio e suspeita legitimos ? Ou, pelo contrario, temos que relembrar o dever de obediencia ao qual cada cidadao esta submetido ? O que pensar da equaçao : saber=poder ? Sera que o poder se pode exercer com justiça, sem recorrer a força, ao constrangimento, a violencia legal ou a humilhaçao ? O que fazer com as relaçoes intersubjectivas que sao tambem relaçoes de poder e por isso mesmo possibilidades de conflito? Tantas perguntas para colocarmos e debatermos nesta quarta-feira dia 14 de Novembro
      e tantas outras mais.


      Margarida Antunes da Silva

      Attachee de Presse/Relations Publiques

      Instituto Franco-Portugues

      Av. Luis Bivar, 91

      1050-143 Lisboa

      Tel: 21 311 14 27 Fax: 21 311 14 63
    • melisabete.santos@iol.pt
      Boa Noite, Exm�s. Senhores, Obrigada por se lembrarem de mim. Entretanto apresento um trabalho, que foi elaborado atrav�s de pesquisas feitas por
      Message 2 of 2 , Nov 3, 2007
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        Boa Noite,

        Exm�s. Senhores,

        Obrigada por se lembrarem de mim.

        Entretanto apresento um trabalho, que foi elaborado atrav�s de pesquisas feitas por mim.

        Anexo modesta partiipa��o.

        Sempre alerta...!!

        Atentamente.

        Elisabete Poge

         

        DEDICAT�RIA Dedico este tema a todos os interessados por estas quest�es. Na convic��o, de que todos somos, capazes de promover a realiza��o, do que  vou abordar.

        Refiro-me a todas as pessoas de espirito jovem, desinibidas com intelig�ncia, capazes de aceitar e compreender uma evolu��o nos padr�es convencionais e tradicionais da educa��o.

        INTRODU��O

        Ao decidir abordar este tema, pensei bastante, a minha experi�ncia de vida, ajudou-me muito, optei pelo t�tulo de : o homem as circunst�ncias e a vida, enquanto observadora atenta e estudiosa destas quest�es, percebi o quanto me iria ser gratificante, escrever.sobre o tema. O homem desde sempre procura a sobreviv�ncia muitas vezes de forma irracional. Por isso, decidi escrever um pouco � cerca da vida, da educa��o, do bem e do mal, a recolha de material de informa��o para a elabora��o deste pequeno projecto, ficou a dever-se, em grande parte � diversidade de livros, que existem sobre estes temas, fiz tamb�m, alguma pesquisa em livros, sites, falei e ouvi pessoas, mas, a minha viv�ncia, o olhar atento em relac��o � vida, ajudou-me muito. H� tanto para escrever e reflectir, sobre este tema , s� escrevi uma gota de �gua neste imenso mar...!!!

        Os seres vivos passam a vida a lutar pela sobreviv�ncia. Quer seja pela sobreviv�ncia individial ou geral, por vezes lutando pela sobreviv�ncia do grupo em que est�o inseridos, quer seja a fam�lia, ou como no reino animal, um grupo maior a manada, o cardume, a tribu, o enxame, etc,etc. Numa mesma esp�cie, a luta, pela sobreviv�ncia individual, n�o poupa, nem olha a meios, para obter o que pretende. Foi, e �, a lei dos mais fortes, interpretada no sentido dos mais poderosos, ou seja, dos que disp�em dos meios mais adquados, para vencer essa luta da sobreviv�ncia. O ser humano n�o est� exclu�do, apesar da sua intelig�ncia, que usa, como uma poderosa arma, por�m, os restantes seres vivos, buscam t�o s� a sobreviv�ncia, enquanto o ser humano, foi evoluindo nas suas pretens�es, come�ando por buscar em primeiro lugar a sobreviv�ncia, passa depois, por buscar maior conforto, e facilidade de vida, servindo-se da sua intelig�ncia, para tirar proveito, dos menos dotados da sua esp�cie. � assim, que o homem, por ser forte, passa a dominar a sua f�mea, a mulher, e o resto da fam�lia, quer pela presta��o de todos os sevi�os, que lhe v�o ser necess�rios, ou que, por seu desejo, pretende disfrutar. E progressivamente cada homem, vai procurando aumentar, a �rea do seu poder de influ�ncia, estendendo-a a outros seres humanos, para que o sirvam como deseja, sempre que o seu poder, � superior ao do outro, Surge depois, a luta pelo poder e riqueza, v�o surgindo novos meios, que permitindo maior conforto e prazer aos que possuem, obrigando outros a produzi-la. E � nesta produ��o, que estes v�o conseguindo, em maior ou menor grau, os meios para a sua subsist�ncia. Surgindo com isso as diferentes condi��es de vida humana, que variam desde a extrema riqueza � extrema pobreza e at� � mis�ria, com todas as consequ�ncias morais e sociais. Os sentimentos humanos, conjugando-se com a necessidade de sobreviv�ncia, v�o temperando ou ocultando essas mesmas necessidades, a �nsia de sobreviv�ncia, aparece em muitos casos exaltados, casos de sacrificio e de amor. A hip�tese de que o homem � naturalmente bom ou mau, o homem perdeu a sua inoc�ncia animal e tornou-se uma criatura mal adaptada ao universo, sendo a educa��o durante a era crist�, que foi sempre vista como uma disciplina moral, e assim de certa forma o conceito de liberdade, tinha em regra um principio de ignorar a doutrina e que por sua vez os deveres dos cidad�os, resultou nos tempos modernos, numa escolha entre uma teoria totalit�ria e outra democr�tica, sendo a democracia apesar de ter como ideal de homem vulgar, mas n�o sendo tidos como uma mera coisa, com marca, ou contraste, assim o objectivo da educa��o, pode ser apenas o de desenvolver, ao mesmo tempo bons e maus cidad�os, e para isso temos a integra��o social, e compete � educa��o discriminar entre boas e m�s inclina��es, evitando odiar, mas amando, logo o objectivo deve ser o de encorajar, aquilo que � individual e de melhor em cada ser humano. Os conceitos de bom e mau s�o arbitr�rios, n�o s�o estabelecidos por n enhum processo de raciocinio. Os conceitos de bom e mau (o certo e o errado), s�o intorduzidos na mente da crian�a durante o seu crescimento, ou inconscientemente, pelo processo de introjec��o, ou  conscientemente, pelo sistema de recompensas ou de castigos. O resultado � um estado de ambival�ncia f�sica, particularmente propicia a tens�es, que s�o as chamadas psicoses e as rupturas, tamb�m chamadas de neuroses, no individuo, no caso da sociedade, um estado de inconsci�ncia, pode levar a um total esgotamento, provocando revoltas e guerras.

        O HOMEM E A VIDA

        As lutas de interesses, e avidez do lucro, a guerra entre na��es, a supremacia das ra�as, o poderio dos fortes, o uso da for�a p�blica e privada, o invento e o uso e abuso de armas, que cada vez s�o mais potentes, o recurso aos mais poderosos meios  de destrui��o e, enfim com todo esse imenso arsenal de guerra que todos n�s t�o bem conhecemos no planeta terra que habitamos, com o sobrepovoamento, com excesso de gente faminta doente e miser�vel, contrastando com gente de classes ricas e com uma grande maioria de classes remediadas, mas de diferente grau de riqueza. As diferentes religi�es, algumas arrastando imensas massas humanas, as cren�as, e supersti��es, as seitas, assim como as ra�as de cor da pele as diferentes l�nguas e dialectos, dividindo os seres humanos e originando lutas e guerras mort�feras. A pol�tica, os conceitos de mal, os governos e administra��es, tentando organizar, coordenar, ou t�o simplesmente tirar proveito das situa��es, criando dist�rbios, revolu��es, guerras civis. A indisciplina, a irrever�ncia, a falta de civismo, o crime o desrespeito pelo alheio e pelo valor aos direitos dos outros. A policia, as for�as militares e outros meios de coac��o armada, as greves, as manifesta��es e ac��es p�blica s de pessoas, para imporem ou lutarem pelo que entendem ser os seus direitos, sem terem na devida conta os direitos dos outros. As leis, as disposi��es legais, os regulamentos, etc,etc e muitas vezes os consequentes meios de repress�o e puni��o, assim como o conjunto de magistrados, ju�zes, advogados, escriv�es, etc,etc. As reparti��es p�blicas com funcion�rios quase sempre indiferentes � sua fun��o dentro do contexto social de servir o seu semehante. O trabalho procurado como meio de sobreviv�ncia e de suporte para uma vida mais confort�vel, causa de conflitos entre colegas, chefes e subordinados. A escola, nos seus diferentes graus de forma��o, utilizada como fonte de apoio e de seguran�a para o futuro de cada um e muitas vezes transformada em centros de perturba��o. A necessidade de dinheiro, fazendo recorrer por vezes, aos meios mais contr�rios � natureza de cada um, meios tais de viol�ncia, o roubo, o assassinio, a prostitui��o, usando a ast�cia a mentira, a fraude, muit as vezes conduzindo � fome e sofrimento quando n�o conseguido. A medicina, as instala��es hospitalares de apoio e tratamento de doentes, quantas vezes atormentados por dificeis condi��es de acesso aos meios mais adequandos de avaliar a doen�a ou o sofrimento. As condi��es degradadas e a inferioridade atribu�da � mulher no seio da fam�lia e da sociedade, frequentemente alvo de viola��es sexuais e outras. A velhice, com os seus sofrimentos, quantas vezes desprezada. A inf�ncia tantas vezes mal cuidada, mal assistida e muitas vezes mal tratada pelos pr�prios progenitores ou familiares, As liga��es matrimoniais, legais ou n�o, martirizadas por conceitos ancestrais ou necessidades de subsist�ncia, que impondo o sacrificio de se suportarem e manterem ligadas pessoas incompatibilizadas e por vezes at� odiando-se, arrastando nessa mesma incompatibilidade outros membros da familia. As liga��es familiares muitas vezes impostas tamb�m pela tradi��o e pelas conven��es, sem estarem alicer�adas numa s� e real estima. Os desejos carnais, quantas vezes m�tuamente silenciados pelas mesmas conven��es e h�bitos sociais, n�o racionais. As liberdades de pensamento, express�o e ac��o tantas vezes abafadas e adormecidas por medo pol�tico ou por preconceitos e por medo de criticas de quem est� alheado do as sunto, e �s vezes at� com inveja de n�o ser capaz de o fazer. E ao contr�rio, tantas ac��es ofensivas, tanta med�ocridade, resultante de um deficiente n�vel de educa��o, e de deficientes conceitos de vida, das obriga��es e dos direitos de cada um, perante si mesmo, perante os outros e perante o conjunto desses outros que � a sociedade. O ser humano, como animal que �, tem que estar subordinado �s regras que presidem a vida animal, mas com intelig�ncia de que � dotado e a sua capacidade criativa e de execu��o,dever� poder criar condil��es, conceitos e m�todos de vida que salvaguardem para todos uma vida sem sofrimento, e, antes pelo contr�rio, proporcionando-lhe a satisfa��o n�o s� das suas necessidades, como tamb�m das alegrias e prazeres suscept�veis de serem obtidos sem o preju�zo de outros seres humanos. Todos dever�o contribuir para esse triplo objectivo que deve existir em cada ser humano e que constitui na sua ess�ncia um principio dogm�tico do racionalismo. Ou seja viver, sem sofrimento, viver com alegria e prazer, viver, sem o prejuizo dos outros �, tendo presentes estes objectivos, que se definiram as regras b�sicas da co-exist�ncia humana no racionalismo, ou da co-exist�ncia racional da humanidade.

        Assim os sentimentos mal�volos de falta de respeito devido ao outro ser humano. Sem falar dos crimes que quando descobertos acarretavam a puni��o dos seus autores, e sem falar tamb�m dos crimes que eram ou n�o, segundo o pa�s e a �poca , foram o caso dos abortos, da infidilidade conjugal, do roubo para matar a fome, do homic�dio em leg�tima defesa, etc,etc. Muitos foram por vezes considerados crimes, havia uma imensidade de sentimentos e atitudes mal�volas, onde se destacam algumas, maledic�cia, a amea�a, a chantagem, o fanatismo, a tortura, a agress�o, a cobi�a, a viol�ncia, etc....Se passarmos do constrangimento � coopera��o, do que uma mente social saud�vel, J� Piaget, vale-se dos m�todos psicanaliticos, e conclui que a moralidade prescrita para o individuo pela sociedade, n�o � homog�nea, porque a sociedade n�o � uma coisa s�. A sociedade � a soma das rela��es sociais, e entre estas relac��es, podem distinguir-se dois tipos extremos, as rela��es de constrangimento, cuja c aracteristica � imporem, do exterior sobre o individuo, um sistema de regras, com um conte�do obrigat�rio, e as rela��es de coopera��o, cuja caracteristica � imporem, do exterior sobre o individuo, um sistema de regras, com um conte�do obrigat�rio, e as rela��es de coopera��o, cuja caracteristica � criarem no interior da mente das pessoas, a consci�ncia de normas ideais por detr�s de todas as regras. A vida social desenvolvida pelas crian�as entre si d� azo � disciplina muito mais pr�xima desse acordo oculto que � a marca da moralidade adulta, do que qualquer sistema de moralidade imposta. Por isso existe uma enorme distin��o entre aquilo que � a moralidade de obdi�ncia e a moralidade de uni�o ou reciprocidade. E desta �ltima vai resultar sociedades mais harmoniosas. Relac��o do adulto com a crian�a deve ser a de um colaborador e nunca a de um mestre. A coopera��o � essencial ao intelecto, e n�o menos do que para o desenvolvimento moral, pois a ren�ncia �s regras j� constitu�das, s� deve ser levada em conta dentro de um sistema de coopera��o. Assim sendo reafirmo que a observa��o feita por plat�o, o qual diz, que no dom�nio da moral, bem como no intelectual, n�s s�mente possu�mos aquilo que n�s pr�prios conquistamos.

        CONCLUS�O

        Tenho que dizer, n�o devemos estar sempre a pregar a nossa doutrina, mas antes, as pessoas devem dar-se em amor. A mente humana, est� muito obcecada com a ideia da conquista e da posse, do ter, em vez do ser, sendo a educa��o e a cultura, a solu��o de muitos dos problemas sociais na vida actual. Por isso, educar, educar..!!! e partilhar o conhecimento � uma meta a conquistar.

        BIBLIOGRAFIA

         

         

         

         

        D�fi et r�ponse F.J Strauss, un programme pour l�europe

        Site de ; Col�gio internato dos Carvalhos

        Site de ; Educar pela Arte se o mundo vale a pena

        Site de ;  O bem e o mal

        Site de ; Plat�o

        Site de; Ren� Descartes 

        Site de ; Edu�a��o pela arte da Universidade aberta Dr.Amilcar Martins

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