Loading ...
Sorry, an error occurred while loading the content.

Re: [jw] O mito do jornalista indispensável à demo cracia

Expand Messages
  • Raphael Perret
    Opa. 2011/1/31 Tiago Cordeiro ... Aproveitando o ensejo, segue texto do xará do Tiago:
    Message 1 of 7 , Feb 1, 2011
    • 0 Attachment
      Opa.

      2011/1/31 Tiago Cordeiro <tiagocordeiroferreira@...>


      Engraçado que depois ele mesmo se contradiz ao dizer que agora o jornalista pode se aprofundar na investigação jornalística e tal. E isso lá é dispensável pra democracia? Quando ele fala das mudanças na profissão, beleza. Mas esse início aí dizendo que rede social chegou para abalar é chatão, né? Não adianta todo mundo ter acesso a twitter se nem todo mundo consegue se dedicar a apurar dados. Redes sociais não são revolução, são evolução. Como a internet. 

      Aproveitando o ensejo, segue texto do xará do Tiago:

      Abs,

      Raphael. 
    • Zé Cláudio
      Bom dia a todos! Aproveito para iniciar minha participação neste tema. Eu acho que o jornalista (e o termo correto seria jornalismo) é indispensável sim à
      Message 2 of 7 , Feb 1, 2011
      • 0 Attachment
        Bom dia a todos!

        Aproveito para iniciar minha participação neste tema. Eu acho que o jornalista (e o termo correto seria jornalismo) é indispensável sim à democracia. Acho apenas que não se deve confundir jornalismo com jornalistas. Em relação ao jornalista, colunista ou editoria em si, mesmo que haja parcialidade na avaliação ou no comentário, se quem estiver lendo não for um fanático partidário que se revolta contra notícias ou comentários que desfavorecem seu partido do coração, será considerado um alerta para ser avaliado.

        É interessante notar que o leitor quando é parcial, ao mesmo tempo que se revolta contra determinados comentários, notícias ou linhas editoriais, desconsidera a necessidade de ir a fundo na sua avaliação quando elas são favoráveis ao seu partido ou à sua linha ideológica.

        Um exemplo recente foi a "guerra" entre as linhas editoriais das revistas Veja e Carta Capital. É só notar nos comentários nos sites dos dois veículos as manifestações favoráveis e contrárias.

        Não seria o caso de avaliar a importância de um leitor esclarecido e imparcial ao invés de um jornalista esclarecido e imparcial?

        Não importa se a notícia é ou não tendenciosa, pois, embora ela possa influenciar negativa ou positivamente a sociedade, na verdade, EM TESE são as leis que definem a veracidade dos fatos. Digo EM TESE porque a maioria das leis em nosso país são claras, mas suas aplicações e julgamentos são influenciados pelos interesses dos poderosos.

        Mata-se então o jornalista e o jornalismo investigativo para que não haja mais conflitos e se atinja a igualdade na sociedade?

        Abraços a todos!

        Zé Cláudio






        --- In jornalistasdaweb@yahoogroups.com, Raphael Perret <rperret@...> wrote:
        >
        > Opa.
        >
        > 2011/1/31 Tiago Cordeiro <tiagocordeiroferreira@...>
        >
        > >
        > >
        > > Engraçado que depois ele mesmo se contradiz ao dizer que agora o jornalista
        > > pode se aprofundar na investigação jornalística e tal. E isso lá é
        > > dispensável pra democracia? Quando ele fala das mudanças na profissão,
        > > beleza. Mas esse início aí dizendo que rede social chegou para abalar é
        > > chatão, né? Não adianta todo mundo ter acesso a twitter se nem todo mundo
        > > consegue se dedicar a apurar dados. Redes sociais não são revolução, são
        > > evolução. Como a internet.
        > >
        >
        > Aproveitando o ensejo, segue texto do xará do Tiago:
        > http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/01/31/hashtags-nao-derrubam-governos/
        >
        > <http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/01/31/hashtags-nao-derrubam-governos/>
        > Abs,
        >
        > Raphael.
        >
      • Gustavo Timm de Oliveira
        Seja bem vindo, José Cláudio - palavras de outro novato na lista. Reli o artigo do Carlos Castilho e não acho que ele tenha desclassificado a importância
        Message 3 of 7 , Feb 1, 2011
        • 0 Attachment
          Seja bem vindo, José Cláudio - palavras de outro novato na lista. Reli o artigo do Carlos Castilho e não acho que ele tenha desclassificado a importância do jornalismo para a democracia. Vi ele só realinhando as funções do jornalista. E o post do Tiago Dória, excelente.

          Abraço,

          Gustavo Timm de Oliveira
          Jornalista - MTB/RS 13.471
          51 - 9997.5184
          gustavo.timm@...
          Contacte-me Twitter Facebook LinkedIn Flickr YouTube Blogger


          To: jornalistasdaweb@yahoogroups.com
          From: purareflexao@...
          Date: Tue, 1 Feb 2011 13:35:19 +0000
          Subject: Re: [jw] O mito do jornalista indispensável à democracia

           
          Bom dia a todos!

          Aproveito para iniciar minha participação neste tema. Eu acho que o jornalista (e o termo correto seria jornalismo) é indispensável sim à democracia. Acho apenas que não se deve confundir jornalismo com jornalistas. Em relação ao jornalista, colunista ou editoria em si, mesmo que haja parcialidade na avaliação ou no comentário, se quem estiver lendo não for um fanático partidário que se revolta contra notícias ou comentários que desfavorecem seu partido do coração, será considerado um alerta para ser avaliado.

          É interessante notar que o leitor quando é parcial, ao mesmo tempo que se revolta contra determinados comentários, notícias ou linhas editoriais, desconsidera a necessidade de ir a fundo na sua avaliação quando elas são favoráveis ao seu partido ou à sua linha ideológica.

          Um exemplo recente foi a "guerra" entre as linhas editoriais das revistas Veja e Carta Capital. É só notar nos comentários nos sites dos dois veículos as manifestações favoráveis e contrárias.

          Não seria o caso de avaliar a importância de um leitor esclarecido e imparcial ao invés de um jornalista esclarecido e imparcial?

          Não importa se a notícia é ou não tendenciosa, pois, embora ela possa influenciar negativa ou positivamente a sociedade, na verdade, EM TESE são as leis que definem a veracidade dos fatos. Digo EM TESE porque a maioria das leis em nosso país são claras, mas suas aplicações e julgamentos são influenciados pelos interesses dos poderosos.

          Mata-se então o jornalista e o jornalismo investigativo para que não haja mais conflitos e se atinja a igualdade na sociedade?

          Abraços a todos!

          Zé Cláudio

          --- In jornalistasdaweb@yahoogroups.com, Raphael Perret <rperret@...> wrote:
          >
          > Opa.
          >
          > 2011/1/31 Tiago Cordeiro <tiagocordeiroferreira@...>
          >
          > >
          > >
          > > Engraçado que depois ele mesmo se contradiz ao dizer que agora o jornalista
          > > pode se aprofundar na investigação jornalística e tal. E isso lá é
          > > dispensável pra democracia? Quando ele fala das mudanças na profissão,
          > > beleza. Mas esse início aí dizendo que rede social chegou para abalar é
          > > chatão, né? Não adianta todo mundo ter acesso a twitter se nem todo mundo
          > > consegue se dedicar a apurar dados. Redes sociais não são revolução, são
          > > evolução. Como a internet.
          > >
          >
          > Aproveitando o ensejo, segue texto do xará do Tiago:
          > http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/01/31/hashtags-nao-derrubam-governos/
          >
          > <http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/01/31/hashtags-nao-derrubam-governos/>
          > Abs,
          >
          > Raphael.
          >


        • isis_jornalista@r7.com
          Boa noite ! Gostaria de expressar minha humilde opinião.Participo do jornalistas da Web há pouco tempo, gosto das notícias e vejo muita ética e
          Message 4 of 7 , Feb 1, 2011
          • 0 Attachment

            Boa noite !

            Gostaria de expressar minha humilde opinião.Participo do jornalistas da Web há pouco tempo, gosto das notícias e vejo muita ética e transparência nas informações passadas.

            Acredito que, do jeito que as coisas caminham, é bem capaz de pagodeiros, dançarinas e  etc . aparecerem como jornalistas ou como correspondentes de algum jornal ( tendo corpo bonito, fama e beleza externa). Enquanto que um jornalista formado, que passa 4 anos estudando para se tornar um comunicólogo fica de fora do mercado de trabalho.

            Não creio que a exigência do diploma seja uma tentativa de restringir a informação,mas uma forma de  se ter qualidade técnica nas informações prestadas até mesmo a valorização salarial e da própria profissão . Com o diploma já observa-se alguns jornalistas fugindo do jornalismo ético e investigativo, quem dirás sem diploma.

            "O Brasil não é um país sério" ... essa frase foi atribuída ao ex presidente Charles Gaulle ( Frances) apesar dele não ter confirmado a autoria da mesma, tenho que concordar que o Brasil não é sério mesmo.

            Daqui há um dia, para ser advogado não vai ser preciso ter a OAB ( já existe um movimento neste sentido e até mesmo algumas liminares concedidas na última avaliação do exame de ordem) e para ser médico também não vai precisar do CRM e assim vai...

            Que sentido faz ficar em uma Universidade 4 anos investindo em uma profissão que "qualquer" um pode exercer? Não acho isso justo e enquanto cidadã vou cobrar dos nossos governantes a Emenda Constitucional que garante a exigência do diploma para ser jornalista.

            Respeito a opinião dos colegas, sem fugir de vista meus conceitos.Afinal,sem dicussão não há evolução.

            Um abraço carinhoso e respeitoso desta humilde colunista Isis.


            Citando Zé Cláudio <purareflexao@...>:

             

            Bom dia a todos!

            Aproveito para iniciar minha participação neste tema. Eu acho que o jornalista (e o termo correto seria jornalismo) é indispensável sim à democracia. Acho apenas que não se deve confundir jornalismo com jornalistas. Em relação ao jornalista, colunista ou editoria em si, mesmo que haja parcialidade na avaliação ou no comentário, se quem estiver lendo não for um fanático partidário que se revolta contra notícias ou comentários que desfavorecem seu partido do coração, será considerado um alerta para ser avaliado.

            É interessante notar que o leitor quando é parcial, ao mesmo tempo que se revolta contra determinados comentários, notícias ou linhas editoriais, desconsidera a necessidade de ir a fundo na sua avaliação quando elas são favoráveis ao seu partido ou à sua linha ideológica.

            Um exemplo recente foi a "guerra" entre as linhas editoriais das revistas Veja e Carta Capital. É só notar nos comentários nos sites dos dois veículos as manifestações favoráveis e contrárias.

            Não seria o caso de avaliar a importância de um leitor esclarecido e imparcial ao invés de um jornalista esclarecido e imparcial?

            Não importa se a notícia é ou não tendenciosa, pois, embora ela possa influenciar negativa ou positivamente a sociedade, na verdade, EM TESE são as leis que definem a veracidade dos fatos. Digo EM TESE porque a maioria das leis em nosso país são claras, mas suas aplicações e julgamentos são influenciados pelos interesses dos poderosos.

            Mata-se então o jornalista e o jornalismo investigativo para que não haja mais conflitos e se atinja a igualdade na sociedade?

            Abraços a todos!

            Zé Cláudio

            --- In jornalistasdaweb@yahoogroups.com, Raphael Perret <rperret@...> wrote:
            >
            > Opa.
            >
            > 2011/1/31 Tiago Cordeiro <tiagocordeiroferreira@...>
            >
            > >
            > >
            > > Engraçado que depois ele mesmo se contradiz ao dizer que agora o jornalista
            > > pode se aprofundar na investigação jornalística e tal. E isso lá é
            > > dispensável pra democracia? Quando ele fala das mudanças na profissão,
            > > beleza. Mas esse início aí dizendo que rede social chegou para abalar é
            > > chatão, né? Não adianta todo mundo ter acesso a twitter se nem todo mundo
            > > consegue se dedicar a apurar dados. Redes sociais não são revolução, são
            > > evolução. Como a internet.
            > >
            >
            > Aproveitando o ensejo, segue texto do xará do Tiago:
            > http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/01/31/hashtags-nao-derrubam-governos/
            >
            > <http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/01/31/hashtags-nao-derrubam-governos/>
            > Abs,
            >
            > Raphael.
            >
             




            ----------------------------------------------------------------
            Enviado pelo @R7
          Your message has been successfully submitted and would be delivered to recipients shortly.