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SOL - Estradas portuguesas têm 1170 pontos negr os, metade estão resolvidos

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  • Manuel João Ramos
    SOL 31/05/08 Segurança rodoviária Estradas portuguesas têm 1170 pontos negros, metade estão resolvidos A DECO recebeu em dois anos 1.170 denúncias de
    Message 1 of 1 , Jun 3, 2008
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      SOL
      31/05/08
      Segurança rodoviária
      Estradas portuguesas têm 1170 pontos negros, metade estão resolvidos
      A DECO recebeu em dois anos 1.170 denúncias de pontos negros nas
      estradas portuguesas e metade dos defeitos nas vias públicas já foram
      resolvidos ou encontram-se em vias de o ser, segundo dados da
      Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor
      No âmbito da campanha Vamos acabar com os pontos negros nas estradas,
      que hoje faz dois anos, os consumidores deram a conhecer 1.170
      defeitos nas vias públicas, tendo sido resolvidas ou com compromisso
      de solução 590 denúncias.
      Segundo a DECO, continuam à espera de uma solução 209 denúncias,
      enquanto 109 foram arquivadas por falta de resposta das entidades
      responsáveis.
      Ao longo de dois anos, chegaram à DECO 181 denúncias que entretanto
      foram arquivadas porque a resposta dada não ia ao encontro do
      consumidor.
      De acordo com a DECO, a degradação de pavimentos, bermas ou passeios
      continua a ser o defeito mais apontado, seguindo-se a falta de
      sinalização, de mecanismos dissuasores de velocidade, de visibilidade
      e de passeios ou passadeiras.
      Os distritos com maiores números de denúncias são Lisboa (452), Porto
      (128) e Setúbal (122), surgindo depois Aveiro (64).
      Apesar de Lisboa e Porto liderarem em pontos negros, as entidades que
      têm mais resoluções positivas são as câmaras de Lisboa, Porto e
      Oeiras, além da concessionária das auto-estradas Brisa.
      A DECO refere que são as câmaras municipais que recusam dar uma
      resposta, como exemplo citou os casos das autarquias de Alenquer e
      Trofa.
      Em declarações à agência Lusa, a coordenadora do projecto, Ana
      Cristina Tapadinhas, fez um balanço «positivo» da campanha,
      destacando «os contributos» dos consumidores, que pela quantidade de
      denúncias apresentadas têm demonstrado que «estão de facto
      preocupados com a sinistralidade rodoviária».
      Ana Cristina Tapadinhas disse igualmente que têm havido resposta por
      parte das entidades responsáveis, cerca de 50%, atitude que revela
      «reconhecimento das denúncias».
      Segundo a responsável, a campanha Vamos acabar com os pontos negros
      nas estradas, que tem como objectivo prevenir e diminuir a
      sinistralidade rodoviária, vai continuar, tendo em conta que a DECO
      recebe todos os dias denúncias.
      A coordenadora do projecto sublinhou que as entidades responsáveis,
      nomeadamente o Ministério da Administração Interna através da
      Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, devem fazer um
      levantamento do estado de degradação das infra-estruturas (maior
      número de denúncias), apostar na inspecção e um planeamento das que
      têm que ser alteradas.
      Para Ana Cristina Tapadinhas, as entidades responsáveis devem adoptar
      medidas para que as infra-estruturas degradadas, um dos três pilares
      fundamentais da segurança rodoviária, sejam eliminadas.

      A DECO, em parceria com a Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados
      (ACA-M), lançou em 31 de Maio de 2006 a campanha Vamos acabar com os
      pontos negros nas estradas, tendo disponível na página da Internet
      (www.deco.proteste.pt) um espaço para os automobilistas e peões
      denunciarem as situações.
      Em 2007 registou-se um total de 35.311 acidentes, menos um por cento
      que em 2006, que provocaram 854 mortos, mais quatro que no ano
      anterior, 3.116 feridos graves, menos 10,5 por cento, e 43.202
      ligeiros, menos um por cento.
      Lusa / SOL
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