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Avaliação Site da AP

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  • Jorge Fernandes
    Avaliação independente revela Sites da administração pública de díficil acesso para cidadãos com necessidades especiais
    Message 1 of 1 , Jan 22, 2004
      Avaliação independente revela
      Sites da administração pública de díficil acesso para cidadãos com necessidades especiais
      http://ultimahora.publico.pt/shownews.asp?id=1183169&idCanal=83 .

      Lusa
      Mais de metade dos sites da administração pública são de difícil acesso para os cidadãos com necessidades especiais, concluiu um relatório externo, que aponta ainda lacunas nos serviços disponibilizados, que deveriam ser mais interactivos.

      A avaliação, realizada pela Accenture a pedido da Unidade do Governo para a Inovação e Conhecimento, classifica como "insuficiente", no que diz respeito às facilidades para cidadãos com necessidades especiais, 58 por cento dos sites de Internet dos organismos da Administração Directa e Indirecta do Estado.

      "À semelhança da primeira edição do estudo, este critério revelou-se como um dos mais críticos", aponta o relatório, referente aos meses de Março e Abril de 2003 e a que a Agência Lusa teve hoje acesso. Ainda assim, e relativamente a 2002, a percentagem de sites classificados com "insuficiente" diminuiu (de 72 por cento para os actuais 58).

      Na classificação "excelente" também houve uma descida, de 11 por cento para 4,6 por cento. "Destaca-se ainda o facto de 86 por cento dos sites não verificarem conformidade com o Nível A de acessibilidade, o menos exigente a cumprir pelos organismos", acrescenta.

      A empresa de consultoria aponta como possíveis explicações para estas lacunas "limitações orçamentais eventualmente existentes", "algum desconhecimento ou insensibilidade face a estas matérias" ou desconhecimento da representatividade deste universo de cidadãos".

      Críticos são também os resultados relativos ao critério "serviços online para os cidadãos", já que 54 por cento dos sites foram classificados com "insuficiente", uma nota apesar de tudo melhor que a obtida em 2002 (72 por cento). "Este critério avalia o grau de maturidade dos web sites em termos de serviços online aos cidadãos, o que, genericamente, permite apurar a existência de interacção online entre o cidadãos e os organismos", escreve, apontando como exemplos a existência de uma caixa de sugestões/reclamações ou newsletters.

      Apesar destas falhas, os resultados globais indicam uma "ligeira melhoria relativamente ao anterior processo avaliativo", já que cerca de 55 por cento dos endereços electrónicos teve uma nota igual ou superior a "bom", traduzindo um acréscimo percentual de cerca de 10 por cento em relação a 2002.

      O estudo salienta ainda o facto de 14 por cento dos organismos não terem site de Internet, número que se manteve praticamente inalterado.
      Paulo Ricca/PÚBLICO

      Os sites continuam a apresentar deficiências
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