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  • Sexuality-Socialism@yahoogroups.com
    File : L internationale FR Abregée.wav Description : l Internationale French abrdged version
    Message 1 of 12 , Aug 1, 2003
      File : L'internationale FR Abreg�e.wav
      Description : l'Internationale French abrdged version
    • romaxxi
      http://groups.yahoo.com/group/Sexuality-Socialism/message/70 A família (casamento) monogâmico foi instituído conjuntamente com a propriedade privada e dela
      Message 2 of 12 , Aug 2, 2003
        http://groups.yahoo.com/group/Sexuality-Socialism/message/70


        A família (casamento) monogâmico foi instituído conjuntamente com a
        propriedade privada e dela deriva. Segundo Engels, foi a primeira
        forma não natural de união sexual. No socialismo, abolida a
        propriedade privada, o estado e a exploração de classes, a união
        sexual deixará de ser uma unidade econômica, como é na sociedade
        burguesa, e as crianças serão de responsabilidade de toda a
        sociedade, como toscamente já reconhece a vigente Constituição da
        República.


        Toda a ideologia burguesa conceitua o casamento como união
        desejavelmente indissolúvel, a busca do par perfeito, o amor ideal, a
        outra metade e banalidades semelhantes tão disseminadas pelos apelos
        sentimentais da publicidade comercial, em sua função perversa de
        firmar a ideologia burguesa e a desinformação em geral. A ideologia
        burguesa também vê o casamento monogâmico (ou melhor,
        pseudomonogâmico) como _a caça ao bom partido_, o que já reconhece
        implicitamente o seu caráter econômico.


        Todavia, à maneira dos demais mamíferos, o ser humano é naturalmente
        inclinado à poligamia, o que nos tempos atuais fica evidenciado, mal
        disfarçadamente, pela sucessão de uniões monogâmicas na vida de uma
        mesma mulher ou de um mesmo homem. Até Cristo reconhecia a
        inclinação poligâmica ao combater o adultério só em pensamento --
        _pecado_ que diariamente freqüenta o desejo de mulheres e homens--
        num dos trechos mais sádicos dos divinos evangelhos. Outra forma da
        naturalidade poligâmica são, cada vez mais em ambos os sexos, os
        desvios da regra da exclusividade sexual, seja por meio do adultério
        ou _infidelidade_ (ambos, termos de origem religiosa), seja pelo
        consentimento mútuo. È verdade que este é ainda mal tolerado por
        força da prevalência do conceito de propriedade privada do corpo e
        mente da companheira ou do companheiro.


        A irrupção social da naturalidade poligâmica explica o fenômeno cada
        vez difundido do que em outras línguas é chamado de _swing_,
        _échangisme_, _ménage_, _cachondismo_, etc. Curiosamente, ainda não
        encontrou expressão própria em português. É um fenômeno
        simultaneamente revolucionário e reacionário: de um lado, abala
        irreversivelmente o casamento fundado na propriedade privada, que é o
        monogâmico --que, por sinal, na história só era uma obrigação
        monogâmica para a mulher, não para o homem; de outro lado, tem sido
        praticado em sua forma burguesa, o que implica a alienação, ou seja,
        a pura e simples apropriação transitória do corpo alheio e a eventual
        degradação, em especial da mulher, como ocorre na prostituição.


        A irrupção social da naturalidade poligâmica também abala
        revolucionariamente a propriedade privada, de que é conseqüência
        histórica, pois passa a tornar mais instáveis do que já são a
        titularidade ou a disponibilidade dos bens e dos ingressos monetários
        de ambos os cônjuges ou companheiros e, em especial do homem, que
        geralmente é o mais rico da união monogâmica.


        Portanto, o casamento fundado na propriedade privada está abalado
        irreversivelmente também por parte das mulheres, que assim passaram a
        se tornar um elemento revolucionário, como pressentido por Engels.
        No plano biológico, manifesta-se a capacidade sexual da fêma, que é,
        organicamente, superior à do macho, em virtude da necessidade de
        preservação da espécie e da seleção natural. No plano social, o não
        conformismo crescente das mulheres é conseqüência da sua incorporação
        em massa ao trabalho socialmente produtivo --um pré-requisito do
        comunismo, segundo Lênin. Na interseção de ambos os planos está a
        superação do medo histórico da gravidez indesejada por meio dos
        modernos métodos anticoncepcionais, o que inibia o desejo sexual das
        mulheres. Mais uma vez o capitalismo demonstra seu caráter
        revolucionário: tão revolucionário que, dialeticamente, como o
        escorpião da fábula liquida a si mesmo e prepara o caminho para a
        possibilidade comunista também no relacionamento entre a mulher e o
        homem.


        Não obstante, a união pseudomonogâmica continua a ser a regra por se
        tratar da unidade econômica do capitalismo, mormente nas classes que
        têm bens, como na pequena burguesia (classe média). Os livros-textos
        da teoria econômica burguesa reconhecem a família como unidade
        econômica, bem distante dos apelos sentimentais da publicidade
        comercial. Raras vezes outros veículos da ideologia burguesa
        reconhecem os fundamentos econômicos da monogamia (ou, mais
        exatamente, pseudomonogamia). Um exemplo foi o artigo de ontem
        saído na página de abertura do _browser_ da Microsft, que adiante
        reproduzo. Corretamente, mas sem ter a menor idéia das
        conseqüências da sua constatação, o artigo considera que a família
        monogâmica

        "exige os mesmos cuidados, que a
        administração do fluxo de caixa da sua empresa com o seu sócio. Mas é
        assim que funciona num casamento. A única diferença é que,
        normalmente, os sócios de uma empresa não precisam conviver 24 horas
        por dia, e tentam deixar o emocional de lado. É aí que surge o
        problema no casamento. Existe muita dificuldade para se discutir
        sobre dinheiro, que por sua vez, está fortemente ligado ao lado
        emocional das pessoas."


        Perfeito! Até meados de outubro pretendo distribuir às listas uma
        pesquisa que estou fazendo, a pedido de uma amiga, sobre a prática do
        _swing_ no Brasil, que, como já mencionei, é simultaneamente
        revolucionária e reacionária. Por contraditória que seja, é um passo
        avante na superação do capitalismo ao abalar o moralismo de fundo
        religioso (mesmo quando laico), que, como todo misticismo, é a força
        agregadora da sociedade de classes, como bem demonstra Wilhelm
        Reich.


        O misticismo é, em síntese, a repressão sexual e política: pode ser
        sintetizado, em quaisquer das suas inúmeras formas, na fantasia da
        _luta eterna do Bem contra o Mal_, tão presente, por exemplo, na mais
        recente moda da ideologia pequeno-burguesa: o _discurso da
        cidadania_, a praga do terceiro milênio.


        Saudações de

        RoMa


        ####################################


        http://www.msn.com.br/financas/noticias/noticia3/


        Como evitar que as finanças destruam seu casamento?

        31/07/2003 - 10h00
        InfoMoney


        SÃO PAULO - Conciliar dinheiro e vida conjugal é um dos maiores
        desafios dentro de um casamento. Aparentemente, essa tarefa tornou-se
        ainda mais complicada nos dias atuais, já que as mulheres passaram a
        contribuir - e de forma substancial - no orçamento familiar.

        No Brasil, cerca de 48% das mulheres trabalham fora de casa, o que
        impede que o homem seja o único a decidir para onde vai o dinheiro
        durante do orçamento da família no final do mês. Essa divisão de
        responsabilidades financeiras pode ser um dos principais fatores para
        o elevado número de divórcios. Pelas estatísticas, metade dos
        casamentos não consegue seguir adiante.


        Encontrando um ponto de equilíbrio


        Ser mão aberta, ou econômico demais, chega a atrapalhar na hora de
        fazer as contas e elaborar o orçamento do casal. Quando um dos
        cônjuges administra seu dinheiro de maneira muito distinta do outro,
        a casa pode balançar.

        Em um casamento, os objetivos e planos de investimento devem ser
        tomados conjuntamente, e nesse sentido, é preciso que a contribuição
        financeira de cada um seja bem definida. Pode parecer complicado, mas
        estabelecer metas é um ótimo jeito de administrar o dinheiro no
        casamento.

        Antes de pensar nos objetivos, o ideal é fazer uma radiografia da
        vida financeira conjugal, colocando de um lado as receitas e as
        despesas do casal. Fixar o que cada um pode gastar num mês determina
        quanto irá sobrar para os dois investirem. É claro que nem sempre
        existe uma semelhança nos hábitos de consumo dentro do casal.

        Geralmente um poupa mais que o outro. Desde que os impulsos
        consumistas do seu companheiro (a) não causem nenhum rombo no
        orçamento do casal, não vale a pena entrar em uma discussão
        interminável sobre o assunto. O segredo da harmonia no casamento é
        que ambos respeitem as individualidades do outro.


        Controlando as despesas


        Como regra geral, recomenda-se que cada um tenha sua própria conta
        corrente e que ambos tenham uma conta conjunta e um cartão de crédito
        para os gastos familiares. Supermercado, restaurantes, escola dos
        filhos, contas de casa, e outras despesas conjuntas devem ser pagas
        com os recursos desta conta.

        Analise quanto cada um irá depositar nessa conta e faça isso logo no
        início do mês. Feito isso, cada um poderá administrar seus gastos
        pessoais sem precisar da aprovação do companheiro.

        Vale a pena definir um limite para o cheque especial e para o cartão
        de crédito vinculado a essa conta conjunta. Se de repente uma das
        partes sair gastando mais do que deve, acabando no vermelho, o outro
        não terá que ficar com o nome sujo na praça. Esta é uma situação mais
        do comum do que se imagina.

        Algumas mulheres, como vingança, descontam sua raiva no cartão de
        crédito do casal, e levam o casamento para o buraco. Por outro lado,
        alguns homens chegam a desviar recursos para outros fins, que não as
        despesas familiares. Não é por desconfiança que devemos separar a
        contas, mas apenas para que os dois tenham certa flexibilidade para
        administrar seu dinheiro.


        Psicologia financeira


        Administrar o orçamento familiar é uma tarefa que exige os mesmos
        cuidados, que a administração do fluxo de caixa da sua empresa com o
        seu sócio. Mas é assim que funciona num casamento. A única diferença
        é que, normalmente, os sócios de uma empresa não precisam conviver 24
        horas por dia, e tentam deixar o emocional de lado. É aí que surge o
        problema no casamento. Existe muita dificuldade para se discutir
        sobre dinheiro, que por sua vez, está fortemente ligado ao lado
        emocional das pessoas.

        Em um casamento temos que abrir mão de certos hábitos e incorporar
        outros em nosso cotidiano. Esse aspecto também pode ser aplicado para
        as finanças do casal. É necessário ter os pés no chão e sempre pensar
        no companheiro ou na companheira antes de assinar um cheque. Reserve
        pelo menos uma hora por mês para conversarem sobre o andamento das
        finanças de cada um. Planejamento e diálogo podem salvar seu
        casamento.
      • sxs_reseau
        http://groups.yahoo.com/group/Sexuality-Socialism/message/71 http://www.nytimes.com/aponline/international/AP-Vatican-Gay- Marriage.html?8bl The New York Timss
        Message 3 of 12 , Aug 2, 2003
          http://groups.yahoo.com/group/Sexuality-Socialism/message/71


          http://www.nytimes.com/aponline/international/AP-Vatican-Gay-
          Marriage.html?8bl

          The New York Timss

          July 31, 2003


          Vatican Starts Campaign Against Gay Marriage
          By THE ASSOCIATED PRESS


          Filed at 9:33 p.m. ET

          VATICAN CITY (AP) -- The Vatican urged Catholics and non-Catholics
          Thursday to unite in campaigning against gay marriages and gay
          adoptions, seeking to stem the widening legal recognition of same-sex
          unions.

          Catholic politicians have a ``moral duty'' to oppose laws granting
          legal rights to gay couples, and non-Catholics should follow their
          lead since the issue concerns ``natural moral law,'' said the
          Vatican's orthodoxy watchdog, the Congregation for the Doctrine of
          the Faith.

          The 12-page document, issued in seven languages, was criticized by
          gay groups across North America and Europe, where politicians are
          increasingly granting homosexual couples the same legal status as
          heterosexual couples.

          ``This new document is intended to intimidate public officials across
          the globe into doing what the Vatican has not been able to do on its
          own -- stem the growing tide for justice,'' said Marianne Duddy,
          executive director of Dignity USA, an organization of gay Catholics.
          ``It is a tremendous shame that the leaders of our Church are
          becoming the vocal proponents for intolerance and continuing
          discrimination.''

          But the document was welcomed by some conservatives, including in
          Pope John Paul II's native Poland, where Roman Catholic bishops read
          excerpts at a news conference to condemn a proposal by leftist
          lawmakers to legalize homosexual unions.

          ``The idea is immoral and hurting to families and marriages,'' said
          Bishop Stanislaw Stefanek. ``We strongly object to it.''

          The document, ``Considerations Regarding Proposals to Give Legal
          Recognition to Unions Between Homosexual Persons,'' sets out a battle
          plan for politicians confronted with legislation legalizing same-sex
          unions and rails against gay adoption.

          Gay adoptions ``mean doing violence to these children, in the sense
          that their condition of dependency would be used to place them in an
          environment that is not conducive to their full human development,''
          it said.

          The document calls on Catholic politicians to vote against laws
          granting legal recognition to homosexual unions and to work to repeal
          those already on the books.

          ``To vote in favor of a law so harmful to the common good is gravely
          immoral,'' it said, although it didn't specify penalties for
          Catholics who do.

          Canadian Prime Minister Jean Chretien, who is Catholic, has supported
          a proposed law that would define marriage as a union between two
          people, rather than a man and a woman.

          ``The Prime Minister has said on numerous occasions that it's
          important that there's a separation between the church and the state.
          It was with this view that the legislation was drafted, and it's with
          the same view that he'll be voting on the legislation,'' said Thoren
          Hudydsma, spokeswoman for Chretien.

          In June, an appeals court in Ontario ruled that Canada's definition
          of marriage as between a man and a woman was unconstitutional, paving
          the way for legalized gay unions.

          In the United States, Vermont has a ``civil union'' law, giving same-
          sex couples the rights of traditional marriages and the highest court
          in Massachusetts is weighing whether to legalize such unions.

          Some Republican lawmakers are calling for a constitutional amendment
          that would ban gay marriages nationwide.

          On Wednesday, President Bush told a news conference marriage was
          strictly a union between a man and a woman and that he wants to
          ``codify that, one way or the other.'' Government lawyers are
          exploring measures to enshrine it into law, the White House said.

          In the past two years, the Netherlands and Belgium extended marriage
          rights to all couples, no matter the partners' gender. Germany,
          France, Sweden and Denmark also have ``civil union'' laws.

          In the Netherlands and Belgium, the proposals were backed by
          conservative Christian Democrat parties.

          ``It's the Vatican's good right to make statements like this, but
          here in the Netherlands, we have separation of church and state,''
          said Kathleen Ferrier, a spokeswoman for the Christian Democrats.

          In Belgium, where three-quarters of the population is Roman Catholic,
          the Flemish Christian Democrats said the issue boiled down to
          supporting all kinds of families.

          ``For us, what's important is sustained relationships,'' said Luk
          Vanmaercke, a party spokesman.



          ################################


          July 31, 2003

          The New York Timss

          http://www.nytimes.com/2003/07/31/national/31BUSH.html?th


          The New York Times

          President Bush answered questions at a press conference on Wednesday,
          his first since March 6, in the Rose Garden at the White House.



          Bush Backs Bid to Block Gays From Marrying


          By NEIL A. LEWIS



          ASHINGTON, July 30 — President Bush said today that while he believed
          Americans should treat gays in a welcoming and respectful manner, he
          remained firmly opposed to gay marriages and that administration
          lawyers were working to ensure that the term "marriage" would cover
          only unions between men and women.

          At a Rose Garden news conference today, Mr. Bush used a general
          question from a reporter about his views on homosexuality to plunge
          into the hotly debated issue of gay marriage and offer reassuring
          words to many supporters. His response contained his trademark
          political mix of an expression of tolerance accompanied by a firm
          conservative position on the actual policy.

          "I am mindful that we're all sinners," the president said, and
          borrowing from Jesus' Sermon on the Mount, added:

          "And I caution those who may try to take the speck out of their
          neighbor's eye when they got a log in their own. I think it's very
          important for our society to respect each individual, to welcome
          those with good hearts, to be a welcoming country."

          Mr. Bush then added: "On the other hand, that does not mean that
          somebody like me needs to compromise on issues such as marriage. And
          that's really where the issue is headed here in Washington, and that
          is the definition of marriage. I believe marriage is between a man
          and a woman, and I believe we ought to codify that one way or the
          other and we have lawyers looking at the best way to do that."

          Mr. Bush's comments about codifying a way to prohibit same-sex
          marriages suggested to some lawyers that he was becoming more open to
          the idea of a constitutional amendment to ban them.

          His remarks also come as many social conservatives, an important
          element of his political base, are seething over a 6-to-3 ruling in
          June by the Supreme Court in which the court offered a sweeping
          definition of personal liberty to strike down a Texas law outlawing
          private gay activity. Some Senate Republicans, like Senator Bill
          Frist of Tennessee, the majority leader, have said there might be a
          need for a constitutional amendment to prohibit same-sex marriages,
          if more states sanctioned them and the courts required other states
          to recognize them.

          At the same time Mr. Bush left little doubt as to his views about gay
          marriage, Democratic presidential candidates who have been confronted
          with questions about their views on the issue have often given
          ambiguous and calibrated answers.

          Prof. William Eskridge Jr. of the Yale Law School and an authority on
          the law and history of gay marriage, described Mr. Bush's comments as
          a contemporary and more politically palatable approach to
          homosexuality by its opponents.

          "It's moving away from outright persecution or criminalization of gay
          people and their conduct to a more tolerant, but not gay friendly,
          public policy," he said. "It's not even gay neutral because the state
          is allying itself on the side of people who believe all sexual
          relations should be heterosexual relations."

          Professor Eskridge said that "much of this is symbolic politics, and
          it appears Bush is trying to situate himself as tolerant, which he
          defines as not persecuting people, but not anything more."

          But while Mr. Bush's response had political clarity, it left
          supporters on both sides of the issue puzzled as to the legal
          aspects. The reason is that there already is a law, known as the
          Defense of Marriage Act, that appears to address the two principal
          concerns of gay marriage opponents. The law, signed by President
          Clinton in 1996, prohibits any federal recognition of gay marriage,
          meaning that benefits like those given under Social Security or to
          veterans may be claimed only by a surviving spouse of the opposite
          sex. In addition, the law relieves states of any obligation to
          recognize gay marriages performed in other states where they might be
          legal.

          "We can't figure out what it means," Winnie Stachelberg, the
          political director of the Human Rights Coalition, a large Washington-
          based advocacy group for gay rights, said of Mr. Bush's comments.

          "We already have a law that meets those conditions — that is deny
          Americans the basic right to enter into a marriage with a partner of
          their choice and receive the same benefits as anyone else."

          Scott McClellan, the White House spokesman, said, "We are looking at
          what may be needed legally to protect the sanctity of marriage."

          Other administration officials said that there could be amendments to
          the 1996 law and that a constitutional amendment had not been ruled
          out, even though Mr. Bush had earlier seemed cool to the idea.

          Charles Francis, co-chairman of the Republican Unity Coalition, a
          group of gay and heterosexual Republicans seeking to defuse the issue
          within the party, said today that he believed the president's
          comments were in line "with his thinking going back to his campaign
          in which he said he would judge people as individuals and on the
          basis of their hearts." But Mr. Francis added, "He is a traditional
          values Republican, no doubt about it."

          Pollsters say that public opinion has been gradually shifting, albeit
          slowly, toward a more tolerant view of homosexuality. A Gallup Poll
          in May, asking whether gay couples should be able to "legally form
          civil unions, giving them some of the legal rights of married
          couples," found the public evenly split, with 49 percent in favor and
          49 percent opposed. In February 2002, the equivalent figures were 53
          percent against to 41 percent in favor.

          A New York Times/CBS News Poll of 3,092 people, conducted nationwide
          by telephone from July 13 to 27, found that 55 percent of those
          interviewed opposed "a law that would allow homosexual couples to
          marry, giving them the same legal rights as other married couples,"
          while 40 percent favored it.

          Patrick Guerriero, the executive director of the Log Cabin
          Republicans, a group of gay Republican backers, said that Mr. Bush's
          remarks were "troubling to us," adding, "It seems like it's a
          political card being played for the radical right on a national
          stage." He said the 1996 act should have answered all of the
          conservatives' concerns. Mr. Guerriero said that Mr. Bush should take
          note that using such cultural war issues as homosexuality had failed
          in the past, notably for the re-election bid of the president's
          father.
        • romaxxi
          Extinção da monogamia,unidade econômica do capitalismo Reproduzo debate saído em outra lista, que teve como eixo a mensagem desta lista SXS cujo número de
          Message 4 of 12 , Aug 10, 2003
            Extinção da monogamia,unidade econômica do capitalismo


            Reproduzo debate saído em outra lista, que teve como eixo a mensagem
            desta lista SXS cujo número de arquivo é


            http://groups.yahoo.com/group/Sexuality-Socialism/message/70



            <patonumtrem@b...> escreveu


            > Talvez valha de algo minhas experiências e reflexões.

            > Tenho hoje o que muitos chamam de namoro aberto, onde está acordado
            com minha parceira que nossa sexualidade é livre, indiscriminável e
            intransferível. Portanto fazemos o que quisermos pois o "amor é outra
            liberdade" e não o contrário. Contudo contamos um ao outro tudo que
            ocorre, até porque nos felicita saber da felicidade do outro. Temos
            hoje plena consciência que todo e qualquer sentimento de posse é
            socialmente construído e ideologicamente reproduzido. O
            individualismo que a sociedade moderna (e não apenas o capitalismo)
            submeteu os seres humanos destinou-nos apenas a dor e é nisso que
            > a modernidade é mais perversa, a distribuição injusta dos bens na
            nossa sociedade é um grande problema não pelos bens em si, mais pelo
            valor centralizado que o verbo Ter adquiriu, a ponto da modernidade
            reproduzir a escravidão e a monogamia (as forma de sentir-se
            possuídor de um ser humano).


            > O sentimento é a mais bela diferença entre a
            > racionalidade animal e a irracionalidade animal, e até ele o Homem
            Moderno conseguiu parasitar com o exclusivismo do ciúme.


            > Aprender a compartilhar, perder, ceder sem deixar de querer é
            corromper a Modernidade por onde ela foi criada: por seus valores.


            ***************************


            Caro "Pato num Trem":


            O que escreves chega a ser corajoso, pois bem sabes que tu e tua
            companheira têm que enfrentar uma imensidade de preconceitos que,
            basicamente, são voltados contra a mulher. Reproduzem mimeticamente,
            para aumentar os sofrimentos humanos, o conceito de propriedade da
            sociedade de classes. Os preconceitos estão firmemente ancorados na
            religião, como, por exemplo, os castigos impostos à mulher por Jeová
            depois do pecado original: "parirás na dor" (o que a ciência médica
            liquidou) e "teu desejo pertencerá a teu marido" (o que é a expressão
            da sociedade de classes mo relacionamento entre a mulher e o homem).


            Compreendes muito bem um dito do socialista utópico Fourier recolhido
            por Marx e Engels na "Sagrada Família": ninguém é mais prejudicado
            pela submissão da mulher senão o homem. Infelizmente, a tradição, que
            Engels bem denominou de a força inerte da história, continuou
            muito forte no relacionamento entre a mulher e o homem mesmo depois
            das revoluções socialistas, o que pode ser tido como uma das causas
            da derrocada da URSS. Wilhelm Reich, de certa maneira, anteviu-o a
            partir do momento em que, já sob Stalin, a sexualidade passou a ser
            assunto proibido na URSS, a ponto de ser abolido o divórcio.


            Parabéns pela tua compreensão !

            RoMa


            ****************************

            > > http://groups.yahoo.com/group/Sexuality-
            > Socialism/message/70
            > >
            > >
            > > A família (casamento) monogâmico foi instituído conjunt amente
            com a propriedade privada e dela deriva. Segundo Engels, foi
            > a primeira forma não natural de união sexual. No socialismo,
            abolida a propriedade privada, o estado e a exploração de classes, a
            união sexual deixará de ser uma unidade econômica, como é na
            sociedade burguesa

            (......)
          • romaxxi
            http://help.yahoo.com/groups/groups-56.html Yahoo! Groups Service Changes Update: To give members additional time to manage their files, Yahoo! Groups service
            Message 5 of 12 , Aug 10, 2003
              http://help.yahoo.com/groups/groups-56.html


              Yahoo! Groups Service Changes

              Update: To give members additional time to manage their files, Yahoo!
              Groups service changes will now take place on August 21, 2003,
              Eastern Standard Time (GMT-5).

              Yahoo! will be implementing service changes as part of our efforts to
              ensure that all Yahoo! Groups members enjoy the same high-quality
              service. A brief description of the changes appears below. They
              include:


              Add Members:

              · Although there is no membership limit for your Yahoo! Groups, we
              will be lowering the limits on use of the Add Members feature to 10
              email addresses per day. If you need to add more than this, please
              use the Invite Members feature. Learn more...


              Messages:

              · Yahoo! Groups will continue to deliver all attachments sent via
              email, however, the attachments will no longer be archived in the
              Messages area. You may continue to upload files and images in the
              Files and Photos areas of your groups. Please re-upload any attached
              files you would like to preserve to the Photos or Files areas of your
              group. On August 21, all attachments in the Messages area will be
              permanently removed, and Yahoo! will be unable to retrieve such data.
              Please note: All of your group messages will remain. Only the
              attachments will be deleted. Learn more...

              Files/Photos
              · A web membership to a group will be required to access the Files
              and Photos areas for that particular group. Learn more...

              Thank you for your support as we make these changes.
            • romaxxi
              http://groups.yahoo.com/group/Sexuality-Socialism/message/85 Marx e Engels sobre o relacionamento entre a mulher e o homem
              Message 6 of 12 , Aug 17, 2003
                http://groups.yahoo.com/group/Sexuality-Socialism/message/85


                Marx e Engels sobre o relacionamento entre a mulher e o homem

                *******************************************


                por Roberto Magellan



                O texto básico dos fundadores do materialismo dialético sobre o
                relacionamento que eles reputavam como o fundamental da humanidade,
                que é o relacionamento entre a mulher e o homem, é _A Origem da
                Família, da Propriedade Privada e do Estado_, de Engels, que está
                entre as cinco obras mais importantes de ambos. Todavia, há vários
                trechos espalhados em diversas outras obras. Em seguida reproduzo
                dois desses trechos.


                Aos 26 anos, para contrastar o avanço do socialismo utópico francês
                com o caráter pequeno-burguês dos jovens hegelianos, Marx e Engels
                transcreveram estas palavras de Charles Fourier (1772/1837). Ele
                foi o criador dos _phalanstères_, falanstérios, comunidades
                comunistas utópicas, e autor do irônico _ Quadro Analítico dos
                Cornos_ (Tableau analytique du cocuage), uma das mais engraçadas e
                corrosivas críticas do casamento e família burgueses, fundados na
                propriedade privada. Suas palavras foram transcritas na obra _A
                Sagrada Família ou Crítica da Crítica Crítica --contra Bruno Bauer e
                Consortes_:


                "A transformação numa época histórica sempre pode
                ser determinada pelo progresso das mulheres em direção à liberdade,
                porque aqui na relação da mulher com o homem, do fraco com o forte,
                a vitória da natureza humana sobre a brutalidade é mais evidente. O
                grau de emancipação da mulher é a medida natural da emancipação
                geral. (.....) Ninguém é mais severamente punido por manter a
                mulher na escravidão senão o próprio homem."


                [ Charles Fourier (1772/1837), citado por Marx e
                Engels em _A Sagrada Família ou Crítica da Crítica Crítica --
                contra Bruno Bauer e Consortes_, escrita em setembro / novembro de
                1844, publicada em fevereiro de 1845. No original de Marx e
                Engels: "Die heilige Familie oder Kritik der kritischen Kritik --
                gegen Bruno Bauer und Kunsorten", cap. VIII, n1 6, _Enthüllung des
                Geheimnisses des Emanzipation der Weiber oder Louise Morel_
                (Revelação do Mistério da Emancipação das Mulheres ou Louise Morel)
                em _Marx/Engels Werke_, Dietz Verlag, Berlim, RDA / DDR, 1972, vol.
                2, p. 207.

                Die Veränderung einer geschichtlichen Epoche läßt
                sich immer aus dem Verhältnis des Fortschritts der Frauen zur
                Freiheit bestimmen, weil hier im Verhältnis des Weibes zum Mann, des
                Schwachen zum Starken, der Sieg der menschlichen Natur über die
                Brutalität am evidentesten erscheint. Der Grad der weiblichen
                Emanzipation ist das natürliche Maß der allgemeinen Emanzipation
                (.....) Keinen trifft die Strafe, das Weib in der Sklaverei zu
                erhalten, tiefer als den Mann selbst. (Fourier)]



                Poucos meses antes, aos 25 anos, no terceiro dos _Manuscritos
                Econômicos e Filosóficos_ de 1844, Marx situara precisamente a
                emancipação feminina ao devir comunista, como Bebel, Engels, Lênin e
                as feministas bolcheviques situarão mais tarde, pondo-a como sua pré-
                condição imprescindivel. É um texto de estilo hegeliano e com a
                discutível menção à essência humana abstrata, que ainda adotava:


                "A relação imediata, natural e necessária do ser
                humano com o ser humano" [des Menschen zum Menschen; traduzirei
                doravante como _ser humano_ para não confundir o leitor com a
                sinédoque de gênero] é a relação do homem com a mulher. Nesta
                relação genérica natural" [natürlichen Gattungsverhältnis; vale
                notar que Gatten significa casal] a relação do ser humano com a
                natureza é imediatamente [*] a sua relação com o ser humano, e sua
                relação com o ser humano é imediatamente [*] a sua relação com a
                natureza, é sua própria determinação natural." [**]


                [*] _unmittelbar_ no sentido hegeliano, _cfr_ Djacir Menezes:
                _Breves Apostilas ao Léxico Filosófico de Hegel_, in Hegel: "Textos
                Dialéticos" -- Zahar, Rio de Janeiro, 1969. Comenta e traz como um
                dos exemplos: "O espírito não é em geral o imediato, imediato são
                as coisas naturais." No sentido gramatical, também traduzível como
                espontaneamente, diretamente.


                [**] _natürliche Bestimmung_, outra palavra rigorosamente dialética e
                hegeliana. Djacir Menezes (_op. cit._) comenta e traz como um dos
                exemplos: "A eterminação como tal pertence ao ser e ao
                qualitativo; como determinação do conceito é o particular."


                Prossegue Marx:


                "Nesta relação também aparece sensualmente" [ou
                _sensorialmente_: sinnlich], "reduzida a fato observável, até que
                ponto para o ser humano a essência humana" [ou natureza: das
                menschliche Wesen] "se tornou natureza [Natur] ou que a natureza
                se tornou essência humana para o ser humano. Desta relação pode-se
                também julgar todo o grau de constituição" [ou nível de formação,
                de evolução: Bildungsstufe] "do ser humano. Do caráter desta
                relação conclui-se até que ponto o ser humano tornou-se um ser
                genérico [Gattungswesen], ser humano, e assim se compreende; a
                relação do homem com a mulher é a relação natural [natürlichste
                Verhältnis] do ser humano com ser humano. Indica também até que
                ponto o comportamento natural [natürliche Verhalten] do ser humano
                tornou-se humano [menschlich] ou até que ponto a essência humana
                [menschliche Wesen] tornou-se sua essência natural [natürlichen
                Wesen], até que ponto a sua natureza humana [menschliche Natur]
                tornou-se sua natureza [Natur]. Nestas relações outrossim se indica
                até que ponto as necessidades" [Bedürfnis; também _carências_] "do
                ser humano tornaram-se necessidades humanas, até que ponto também o
                outro ser humano como ser humano tornou-se sua necessidade, até que
                ponto sua existência individual [individuellsten Dasein(*)] é
                simultaneamente uma essência comunitária" [Gemeinwesen; também
                cabível _ser comunitário_].


                (*) Dasein -- Na definição de Hegel: é o ser com uma determinação
                concreta, que é imediata ou existente: a _qualidade_. (Djacir
                Menezes, _op. cit._).


                [Escrito em 1844. Karl Marx: "Ökonomisch-
                philosophische Manuskripte", Drittes Manuskript, capítulo
                _Propriedade Privada e Comunismo_ (Privateigentum und Kommunismus),
                em _Marx/Engels -Werke_, Suplemento, Parte 1, Dietz Verlag, Berlim,
                RDA / DDR, 1968, p. 535.]


                A referência à essência humana ficará aperfeiçoada no autêntico
                sentido marxista na sexta das _Teses sobre Feuerbach_, que também é
                obra da juventude, mas publicada postumamente, em 1888, sob a edição
                definitiva de Engels, que é a mais citada. Esta parte é igual em
                todas as versões:

                "A essência humana, contudo, não é uma abstração
                inerente a cada indivíduo isolado. É, em sua realidade, o conjunto
                das relações sociais."

                [Marx: *Thesen über Feuerbach+ em
                _Marx/Engels - Werke_, Dietz Verlag, Berlim, RDA / DDR, 1969, vol. 3,
                p. 533 e seguintes. No original:

                Aber das menschliche Wesen ist kein dem einzelnen Individuum
                innewohnendes Abstraktum. In seiner Wirklichkeit ist es das Ensemble
                der gesellschaftlichen Verhältnisse.
              • sxs_reseau
                http://groups.yahoo.com/group/Sexuality-Socialism/message/86 http://story.news.yahoo.com/news? tmpl=story2&u=/oneworld/20030822/wl_oneworl
                Message 7 of 12 , Aug 22, 2003
                  http://groups.yahoo.com/group/Sexuality-Socialism/message/86



                  http://story.news.yahoo.com/news?
                  tmpl=story2&u=/oneworld/20030822/wl_oneworl d/4591665341061555243&e=5


                  World - OneWorld.net

                  Indian Government Move on Quotas Unfair to Women, Say Feminists


                  Kalyani, OneWorld South Asia

                  NEW DELHI, Aug. 20 (OneWorld) - Women activists have urged the Indian
                  Prime Minister to scuttle a government move for affirmative action in
                  Parliament that they fear is not just anti-women but undemocratic as
                  well.


                  In a letter to Prime Minister Atal Behari Vajpayee (news - web
                  sites), the heads of several Indian women's organizations say that
                  the move - which proposes that some Parliamentary seats be
                  represented by two members instead of one - discriminates against
                  women.


                  "The proposal is insulting to women," says Syeeda Hamid, the convenor
                  of the New Delhi-based Muslim Women's Forum.


                  The government proposal, which was first discussed in June at a
                  meeting attended by all major political parties of India, seeks to
                  earmark one-third of the 545-member Indian Parliament as "double-
                  member" constituencies. These 181 constituencies will be represented
                  by two Members of Parliament (MPs), at least one of whom will be a
                  woman.


                  The move comes in response to a bill that has triggered a heated
                  controversy in a country where less than eight percent of
                  Parliamentarians are women.


                  The bill, which reserves 33 percent of all seats in elected bodies
                  for women, was introduced in Parliament in 1996, but has not been
                  passed so far because of opposition from a section of politicians.


                  "The new proposal hopes to replace the women's reservation bill,"
                  says Brinda Karat, the general secretary of the All India Democratic
                  Women's Association. "But we are going to ensure that the bill is not
                  withdrawn from Parliament," she says.


                  Women activists believe that the reservation bill is being opposed by
                  a section of men in Parliament because it will unseat a maximum of
                  181 men. The new proposal, which was raised by Vajpayee in his
                  Independence Day address on August 15 and in the course of a debate
                  in Parliament earlier this week, will ensure that the number of men
                  who can be elected is not reduced.


                  "The proposal will create two classes within MPs. One class will have
                  the privilege of representing their constituency independently, and
                  the underclass will not have the right to do so," the activists
                  stress.


                  Under the rules stipulated in the original bill, 181 seats would be
                  reserved for women. The remaining seats would be open to both men and
                  women.


                  "Women are not asking for grace and charity," says Rajinder Sachar,
                  the founding president of the People's Union for Civil
                  Liberties. "Reservation for women would check the muddy politics that
                  the men folk have brought about. It would bring social consciousness
                  to political life," Sachar says in a PUCL bulletin last month.


                  The reservation bill seeks to bring down the number of men in
                  Parliament. The new formula, however, aims at increasing the number
                  of women in Parliament without disturbing the number of men.


                  But, the women activists point out, the formula implies that no woman
                  will have the right to independently represent a constituency.


                  "This is rank discrimination against women. Instead of addressing
                  discrimination against women in the political sphere, this proposal
                  will add another dimension to it," the groups stress in the letter.


                  The issue came up Thursday at a meeting in New Delhi of women's
                  groups, the National Commission for Women, a government-run body in
                  charge of women's issues, and its counterparts in the states. "The
                  representatives rejected the second-class treatment that is being
                  meted out to women," says Hamid.


                  While women constitute more than half the population in the world,
                  they represent only 12.7 percent of all parliamentary seats.


                  Increasing the number of seats for women in elected bodies is now a
                  global campaign after it was taken up at the 1995 Fourth World
                  Conference on Women in Beijing, where 189 governments pledged to
                  increase the representation of women.


                  Three years ago, the US-based Women's Environment and Development
                  Organization (WEDO) launched a global campaign - '50-50 by 2005: Get
                  the Balance Right!' - in a bid to share political power across the
                  world by the year 2005.


                  "But the percentage of women legislators has only increased 0.5
                  percent a year since then. At that rate, it would take 75 years to
                  reach an equal gender balance!" says WEDO.
                • romaxxi
                  http://argentina.indymedia.org/news/2002/11/63264.php Manifiesto anarco feminista por EN LA CALLE • Wednesday November 20, 2002 at 07:47 PM
                  Message 8 of 12 , Aug 23, 2003
                    http://argentina.indymedia.org/news/2002/11/63264.php


                    Manifiesto anarco feminista

                    por EN LA CALLE • Wednesday November 20, 2002 at 07:47 PM

                    libertaria@...

                    Compañeras, no hay una panacea para romper el círculo, pero no
                    significa que no se pueda romper. Por las compañeras de la OSL
                    argentina, periodico EN LA CALLE organo de difusion del anarqusimo
                    organizado.

                    Ejes para el debate.

                    Manifiesto anarco-feminista.


                    En todas partes del mundo las mujeres no tienen el derecho de decidir
                    sobre importantes asuntos que atañen a sus vidas. Las mujeres sufren
                    de dos tipos de opresión:

                    La opresión social generalizada del pueblo Y el sexismo: opresión y
                    discriminación por causas de su sexo.


                    Hay 5 formas de opresión:


                    La opresión ideológica a través del lavado de cerebro que realizan
                    las tradiciones culturales anquilosadas, la religión, la propaganda y
                    la publicidad. Manipulación a través de las ideas y la burla de los
                    sentimientos y sensibilidades de las mujeres. Proliferación de
                    actitudes patriarcales y autoritarias y mentalidad capitalista en
                    todas las áreas.


                    La opresión del Estado, representa la forma de organización
                    jerárquica que dicta cursos de acción desde arriba hacia abajo en la
                    mayoría de las relaciones interpersonales, incluyendo la llamada vida
                    privada.


                    La explotación y represión económicas, en tanto consumidoras y
                    trabajadoras del hogar, se expresa en los bajos salarios de los
                    trabajos de las mujeres.


                    La violencia, auspiciada por la sociedad en todas las esferas
                    incluyendo la privada, es indirecta cuando es coerción por causa de
                    la falta de opciones y es directa cuando es violencia física.


                    La falta de organización, tiranía de las estructuras que inhiben la
                    responsabilidad y generan desidia e inactividad. Todos estos factores
                    actúan en conjunto para potenciarse unos a otros en un círculo
                    vicioso.


                    No hay una panacea para romper el círculo, pero no significa que no
                    se pueda romper.

                    El anarco-feminismo es un asunto de concientización, la misma que
                    hace desaparecer la vigilancia del trabajo. Los principios de una
                    sociedad liberada están claros frente a nosotras.

                    El anarco-feminismo significa la independencia y la libertad en
                    igualdad de condiciones para hombres y mujeres. Una organización y
                    vida social donde nadie sea superior o inferior a nadie y todos
                    estemos en un mismo nivel, tanto mujeres como hombres, en todos los
                    planos de la vida social incluso los privados.

                    El anarco-feminismo implica que las mujeres decidan por ellas mismas
                    y se hagan cargo de sus propias problemáticas, individualmente en
                    asuntos personales, y en conjunto con otras mujeres en asuntos que
                    competan a varias. En aquellos asuntos que conciernan a ambos sexos
                    las mujeres y hombres decidirán esencial y concretamente en igualdad
                    de condiciones. Las mujeres deben poder decidir sobre sus propios
                    cuerpos, en todos aquellos aspectos que tienen que ver con la
                    anticoncepción y el nacimiento de los hijos. La lucha en contra de la
                    dominación machista debe ser dada en un sentido individual y
                    colectivo, para acabar con las actitudes de propiedad y control sobre
                    las mujeres, así como con las leyes represivas; buscando la
                    independencia y autonomía económica y social. Se deben promover los
                    centros de ayuda, los talleres, los grupos de estudio y discusión,
                    las actividades culturales de las mujeres, etc, con una gestión y
                    dirección de las propias mujeres. La familia tradicional, nuclear y
                    patriarcal debería ser reemplazada por una libre asociación entre
                    hombres y mujeres basada en la igualdad de derechos para decidir y
                    con respeto por la autonomía e integridad personal. Los estereotipos
                    sexuales en la educación, en los medios de comunicación y en los
                    lugares de trabajo deben ser abolidos. El compartir rigurosamente los
                    trabajos cotidianos, la educación y la vida doméstica, es una medida
                    adecuada.

                    La estructura de la vida laboral debe ser radicalmente cambiada, con
                    mas horas de trabajo no sujetos a horario y una cooperación
                    organizada tanto en el hogar como en el trabajo. La diferencia entre
                    el trabajo del hombre y el trabajo de la mujer debe ser abolida. El
                    cuidado de los hijos y la crianza debe involucrar a los hombres tanto
                    como a las mujeres. No es el poder femenino ni el tener mujeres
                    gobernantes lo que conducirá a la mayoría de las mujeres a sus metas
                    sino la abolición de la opresión. Tanto las marxistas como las
                    feministas burguesas extravían la lucha por la liberación de la
                    mujer. Para la mayoría de las mujeres no habrá feminismo sin
                    anarquismo. En otras palabras, el anarco-feminismo no es un símbolo
                    del poder femenino ni de las gobernantes femeninas, sino que
                    representa la organización sin poder y sin gobernantes.

                    La doble opresión de las mujeres requiere una doble lucha y doble
                    organización: por un lado en el movimiento feminista y por otro en
                    las organizaciones anarquistas. Las anarco-feminstas son la
                    combinación de esta doble organización. Un anarquismo serio debe ser
                    feminista, sino sería un semi-anarquismo patriarcal y no uno
                    verdadero. Es la tarea de las anarco-feministas asegurar la impronta
                    feminista en el anarquismo. No habrá anarquismo sin feminismo. La
                    idea de que el cambio debe empezar hoy día y no en el futuro o
                    después de la revolución es un punto central para el anarco-
                    feminismo. Por ello la revolución es una tarea permanente.
                    Debemos de comenzar hoy mismo proyectándonos mas allá de la opresión
                    cotidiana y haciendo algo para romper el modelo aquí y ahora. Debemos
                    actuar autónomamente, sin delegar a ningún líder el derecho para
                    decidir lo que queremos y lo que haremos: debemos tomar decisiones
                    por nosotras mismas en todos aquellos asuntos que nos competen
                    personalmente y reunirnos con otras mujeres para abordar aquellos
                    asuntos propiamente femeninos, y unirnos con los hombres en asuntos
                    comunes.



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                  • romaxxi
                    http://argentina.indymedia.org/news/2002/10/58827.php ¡Ser anarco-feminista es buscar la liberación femenina en todos los aspectos imagina por ANA •
                    Message 9 of 12 , Aug 23, 2003
                      http://argentina.indymedia.org/news/2002/10/58827.php

                      "¡Ser anarco-feminista es buscar la liberación femenina en todos los
                      aspectos imagina

                      por ANA • Monday October 28, 2002 at 06:46 PM

                      mr.ana@... Agencia de Noticias Anarquistas. ANA


                      Insumis@s del Brasil hablan sobre la necesidad del debate
                      anarcofemisnista en el espacio de lo cotidiano para combatir los
                      valores del Capital.


                      Entrevista realizada por AGENCIA DE NOTICIAS ANARQUISTAS (ANA) a
                      miembros del colectivo Insumis@s en Brasil.

                      "¡Ser anarco-feminista es buscar la liberación femenina en todos los
                      aspectos imaginables, e inimaginables!"

                      Agencia de Noticias Anarquistas (ANA): Cuéntenos un poco sobre el
                      colectivo Insumis@s lo que es, lo que hacen…

                      Betania: Bien, el colectivo Insumis@s realiza charlas/debates sobre
                      violencia sexual,en escuelas y talleres en comunidades deprivadas ,
                      de João Pessoa, ya que aumenta el número de violaciones que se
                      cometen en esta cuidad. Nosotras estamos realizando este trabajo de
                      forma autónoma, desde el año 2000. Trabajamos en las oficinas y en
                      las charlas con un folleto que elaboramos, que se llama "Violación:
                      defiéndete!" También tenemos un video, "Conseguiste tu emancipación,
                      pero no tu libertad", que muestra a mujeres y hombres hablando sobre
                      la violencia en contra de la mujer, sobre el machismo, sobre si la
                      mujer puede cambiar algo, etc. Lo vamos a empezar a utilizar en
                      nuestras actividades.

                      ANA: Ustedes deben encontrarse con muchos problemas al desarrollar su
                      trabajo, ¿no?

                      Mabel: si, encontramos algunos problemas, dificultades para realizar
                      nuestro trabajo. Primero, la falta de apoyo para conseguir las copias
                      de nuestro folleto, para pagar la pasaje del autobus para nosotras
                      que va a ir a los lugares de las charlas. Segundo, en la realización
                      misma de las charlas porque la mayoría de los asistentes son jóvenes,
                      adolescentes, y pocos están interesados en conversar sobre la
                      violencia sexual, yo pienso que es porque no comprenden la gravedad
                      del problema y piensan que nunca les va a pasar a ellos.
                      Desgraciadamente la falta de consciencia genera falta de interés.

                      ANA: ¿Han conseguido "diagnosticar" el por que de esa violencia? ¿ el
                      perfil del violador?

                      Mabel: pensamos que la causa de que cada vez sea más frecuente la
                      violencia sexual es debido a la sociedad machista en la que
                      sobrevivimos, en la que la mujer es tratada y vista como un objeto
                      sexual. La banalización y vulgarización de la sexualidad, también es
                      uno de los motivos por los cuales se registran mayor número de
                      violaciones. Sobre el perfil de los violadores, en uno de los
                      folletos que habla de los motivos sociales, culturales y psicológicos
                      de las causas de la violación, la gente conversó con una psicóloga
                      que trabajó con violadores de la ciudad de Manaus, y ella decía que
                      algunos violadores son psicópatas o sociópatas (que no consiguen
                      convivir en sociedad). Generalmente la táctica del violador es
                      seducir a su víctima, torturarla y violarla, algunos terminan matando
                      a la víctima.

                      ANA: Aquí en João Pessoa el comercio sexual, y el tráfico de menores
                      para la prostitución hacia Europa son hecho frecuentes. ¿Abordan
                      ustedes estos temas en los talleres? ¿se han encontrado con algún
                      caso?

                      Mabel: No nos hemos encontrado con esta situación en la periferia
                      donde hemos conseguido hacer algunas charlas. Pero aquí en Paraíba sí
                      existe un comercio sexual. Hay locales que tienen niñas de 10, 11
                      años que son explotadas sexualmente. Desgraciadamente los integrantes
                      de Insumis@s tenemos poca información sobre este tema en el estado.

                      ANA: Se sabe que hace un tiempo atrás ocurrieron casos de violencia
                      sexual contra mujeres en nuestro medio. ¿Cómo ven eso?

                      Mabel: Quedé horrorizada e indignada con estos caso de violación que
                      se dieron en el movimiento anarcopunk/anarquista, es increíble que
                      hechos como este se den en un medio libertario, donde se habla de la
                      libertad sexual para hombres y mujeres, de amor libre, de respeto,
                      igualdad, solidaridad. Sobre estas cosas muchos son los que hablan
                      pero a la hora de practicar, pocos saben respetar a los otros. Tales
                      acontecimientos me llevaron a escribir un texto de reflexión sobre el
                      tema que estamos divulgando para generar más discusiones sobre la
                      violencia en contra de la mujer, ¡y lograr que no sólo las mujeres
                      luchemos en contra de esto! Sino que los hombres también participen y
                      se concienticen de su papel en esta lucha. En el movimiento
                      anarquista/anarcopunk se dan mucho las relaciones machistas/sexistas,
                      tanto por parte de los hombres como de las mujeres. Otra cosa que
                      quiero destacar y que también esta relacionada con los casos de
                      violación es la incomprensión, por llamarla de algún modo, sobre el
                      amor libre, existe una práctica muy distorsionada por parte de
                      algunas personas sobre el papel de la libertad y el amor, donde se
                      termina por usar a las personas para una satisfacción sexual
                      momentánea.

                      ANA: Realmente es absurdo que estos hechos ocurran en nuestro medio.
                      Eso sólo demuestra que muchos "libertarios" anda con un "cadáver" en
                      su discurso, reproduciendo diariamente los prejuicios y el
                      autoritarismo de la sociedad burguesa. Es curioso, por no decir
                      trágico, lo que ya Emma Goldman denunciaba a principios de siglo,
                      hechos parecidos en donde los compañeros sólo veían a las mujeres
                      como objetos de placer, entes reproductores. ¿no es algo loco?

                      Mabel: Pienso que esas personas que practican los actos de violencia
                      sexual en contra de nosotras, no son anarquistas, punks…porque es un
                      absurdo totalmente fuera de contexto libertario tener actitudes como
                      estas, en un medio que se propone ser libre, respetuoso…donde uno se
                      relaciona con otra persona si quiere, cuando quiere, no de forma
                      impositiva ni obligada. Sí, Emma Goldman ya había denunciado este
                      tipo de actitudes en el movimiento libertario del siglo pasado. Lo
                      que sucede hoy es reflejo de una sociedad enferma, donde el sexo es
                      un bien de consumo y por ende las personas también.

                      ANA: ¿Por qué ser anarco-feminista?

                      Mabel: Yo pienso que el movimiento anarquista abarca la lucha de las
                      mujeres, pero siento que falta algo, ¿sabes?. Siento que faltan
                      espacios para que las mujeres se expresen más y reivindiquen sus
                      derechos y el anarco-feminismo es un espacio donde nos podemos
                      conocer mejor y, bajo mi punto de vista, conocer a las hombres
                      también; donde podemos reflexionar sobre esta sociedad patriarcal y
                      destruirla. El movimiento anarquista en los siglos pasados contaba
                      con una presencia intensa de las mujeres, pero su participación era
                      muy secundaria, puesta en segundo plano, y sólo algunas se liberaron
                      de esta posición, como por ejemplo Maria Lacerda de Moura. El anarco-
                      feminismo es un espacio donde podemos profundizar en los
                      cuestionamientos, soluciones y problemas de nosotras las mujeres. Ser
                      anarco-feminista, en mi opinión, ¡es buscar la liberación femenina en
                      todos los aspectos imaginables e inimaginables!

                      ANA: En nuestro medio, el número de mujeres y negros es bien
                      reducido. ¿Cómo explicas esta situación?

                      Mabel: Pienso que eso puede deberse, en el caso de las mujeres, a que
                      la opresión que ella sufre en lo cotidiano, el estar siempre a la
                      sombra del hombre (se puede observar esto en los conciertos musicales
                      punks en que las chicas son vistas como la enamorada de fulano, nunca
                      como ellas mismas), la limitación en que la mujer fue condicionada
                      para no interesarse en participar en los movimientos políticos,
                      sociales, culturales, en organizar eventos con amigas, charlas,
                      grupos…

                      En cuanto a la poca participación de los negros, mi opinión es que se
                      debe a la falta de identidad de los negros con las ideas anarquistas.
                      Me parece que sólo recientemente ( por lo menos en Brasil, no sé en
                      las otras partes del mundo) el movimiento anarquista empezó a
                      discutir sobre el racismo, los prejuicios, la discriminación, los
                      quilombos (zonas liberadas de la esclavitud en Brasil, N. De la T.),
                      la cultura negra, y en esa medida los negros empezaron a interesarse
                      en el movimiento anarquista. Otro motivo puede ser también por la
                      poca o ninguna oportunidad de acceso a la educación por parte de los
                      negros; porque si ya para ti es difícil tener acceso a la información
                      sobre el anarquismo y sus tendencias, aun cuando pudiste ir a una
                      buena escuela, imagina para las poblaciones negras que están
                      excluidas del sistema educacional.

                      ANA: Sin querer generar un esquema, ¿como sería para ti el hombre
                      libertarios desde un pensamiento femenino?

                      Mabel: No sé, últimamente ando un poco con rabia de algunos hombres y
                      si te respondiera sobre lo que es para mí el hombre libertario, de
                      algún modo generaría un esquema. Pero pienso, que un hombre
                      libertario es una persona comprensiva, sincera, amorosa, amigo,
                      compañero.

                      ANA: No se si todavía sucede eso en Barcelona, pero hace un tiempo,
                      en las manifestaciones del día de la mujer (8 de marzo), un año la
                      participación de los hombres era libre, al siguiente estaba vetada.
                      ¿Qué te parece? A mi me simpatiza la idea, pienso que las calles
                      deberían ser por lo menos un día de la mujer.

                      Mabel: No comparto esa idea, pienso que si existen los hombres que
                      apoyan y salen a la calle en defensa de nuestros derechos y queriendo
                      luchar por la liberación femenina, deberían participar siempre que
                      quisieran. En el lanzamientos del video de Insumis@s , por ejemplo,
                      los hombres marcaron más presencia que las mujeres y el apoyo que
                      estamos teniendo de los hombres del movimiento anarco-punk local y de
                      otros amigos ha sido frecuente y muy activo, solidario y sincero con
                      la causa de las mujeres y con el anarco-feminismo también. Defiendo
                      los espacios de organización y reuniones sólo entre mujeres, pero no
                      veo problema en que si algún hombre quiere participar, siempre que no
                      vaya con la intención de no trabajar y sólo embrollar. También pienso
                      que es importante que los hombres se reúnan entre ellos para discutir
                      sobre los temas de género (hombre, mujer) porque sino vamos a
                      continuar reproduciendo los comportamientos machistas, incluso
                      diciéndonos libertarios y punks. ¡Y pienso que todos los días, las
                      mujeres tenemos que estar luchando!

                      ANA: Hablando de género, supe que en el nordeste, en Fortaleza,
                      existe un colectivo: Luna, sólo de mujeres y otro sólo de hombres:
                      Sol ¿qué historia es esa?

                      Mabel: Pues, Vanessa, una de las mujeres que forma parte del
                      Colectivo Luna, en Fortaleza, me dice que Luna fue formado por amigas
                      que tenían afinidades culturales y entiendo que ellas sentían la
                      necesidad de estar más juntas, de discutir entre mujeres….El Sol fue
                      formado porque los hombres se sintieron "excluidos" y decidieron
                      organizar un colectivo formado sólo por hombres. Pienso que es
                      aceptable ese tipo de actos porque las mujeres necesitamos un espacio
                      para conversar sólo entre nosotras y no veo eso como una exclusión de
                      los hombres, ellos pueden participar también de colectivos, debates
                      en que los temas sean más cercanos a las mujeres, pueden compartir
                      vivencias, informaciones…y apruebo también la iniciativa de los
                      hombres de reunirse entre ellos para tocar ideas sobre la
                      masculinidad, sexualidad masculina, femenina, la vergüenza de llorar,
                      cómo ser padre, etc., porque después se une lo útil y lo agradable,
                      hombres y mujeres más conscientes y libres.

                      ANA: Comenta las siguientes frases:

                      Mabel: Esas frases me hicieron pensar mucho, quebrarme la cabeza y
                      analizar algunas actitudes, comportamientos. Esta siendo una
                      maduración y reflexión de ideas.

                      "La mujer practica el anarquismo sin saber de lo que se trata, en
                      tanto los hombres que se dicen anarquistas no lo practican"

                      No puedo decir que eso sea una regla general. El feminismo mismo
                      tiene posiciones que se asemejan y aproximan al anarquismo. Conozco
                      algunas mujeres que son feministas y tienen posiciones anarquistas
                      sin saberlo. Una amiga, Cristiane, que vive en Rio (un beso Cris), no
                      se dice anarquista, punk, feminista, pero sin duda es una mujer
                      libre. Ella es una mujer que practica el anarquismo sin saberlo.

                      "Los hombres tienen un pene en el cerebro"

                      Específicamente esta frase pienso que se la aplicaría a aquellos
                      hombres que ven en la mujer solamente sexo, sólo para tener
                      relaciones sexuales y divertirse. No usan su masa encefálica y
                      piensan solo como "cabeza de abajo".

                      "La revolución acaba en el campo de batalla, pero empieza en la
                      casa".

                      Pienso que sigue el mismo camino.

                      "La belleza interior de la mujer está a años luz de la belleza
                      interior del hombre"

                      Interpretaría esta frase de la siguiente manera: después de tantos
                      siglos de opresión, sumisión, las mujeres consiguieron emanciparse
                      ocupando cada más el espacio público, estando en todos lados, estamos
                      volcando hacia fuera nuestra belleza interior y luchado todavía para
                      conquistar nuestra libertad. Y a los hombres siempre se les ha tenido
                      como opresores, señores de un modelo a seguir, y la belleza interior
                      de ellos no existe, están intentando buscarla ahora.

                      ANA: Bien, me gustaría tocar otros temas contigo en esta conversación
                      como el amor libre, la familia, "aventuras"…pero vamos a dejarlo para
                      otra oportunidad, ¿cierto? Un mensaje final…muy agradecido Mabel,
                      joven luchadora.

                      Mabel: me encantaría hablar sobre esos temas, todo lo que conversamos
                      en esta entrevista tiene que ver con lo que vengo estudiando y
                      viviendo en la actualidad, y redescubriendo las formas de la
                      anarquía. Pero agradezco en nombre del colectivo Insumis@s la
                      oportunidad de esta entrevista. ¡Van de la mano la fuerza y la
                      amistad!

                      Me gustaría dejar algunas reflexiones para compartirlas con el
                      movimiento anarco-punk/anarquista: ¿cómo cuidar a una persona que es
                      deficiente mental sin manicomios y sin detener su vida? ¿ cómo vivir
                      el amor libre sin confundirlo con el uso de las personas? ¿ qué es
                      anarquía? ¿ es cultura punk?

                      ¡Un beso Moésio! Son muchas cosas que hablar, pero no me quiero
                      extender. ¡Fuerza, Anarquía y Resistencia a todos y todas!

                      Colectivo Insumis@s - caja postal 255 -58001-970 João Pessoa.- PB.

                      e-mail: anayde27@...

                      Agência de Notícias Anarquistas-ANA (mr.ana@...)

                      +++++++++++++++++++++++++++

                      Agencia de Noticias Anarquistas- ANA

                      "Hasta ahora la mujer había sido

                      lo que los hombres quería que fuese.

                      Hoy ella ha de ser cada día mas lo que ella quiere SER".

                      Federica Montseny

                      ++++++++++++++++++++++++++++++++++++++



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                    • romaxxi
                      http://chiapas.mediosindependientes.org/display.php3? article_id=102216&keyword=sexismo&phrase= Comunicado oficial del 8 de marzo, entregado a las PGR en San
                      Message 10 of 12 , Aug 23, 2003
                        http://chiapas.mediosindependientes.org/display.php3?
                        article_id=102216&keyword=sexismo&phrase=



                        Comunicado oficial del 8 de marzo, entregado a las PGR en San
                        Cristobal d las Casas.


                        8 de marzo

                        Día internacional de las mujeres

                        Protesta de la mujeres ante la Procuraduría


                        A la Procuraduría General de Justicia del Estado de Chiapas

                        A los medios de comunicación

                        A la población en general


                        El sistema político actual, que engloba la procuración de justicia,
                        mantiene a las mujeres supeditadas a un inverso que refuerza la
                        subordinación y privilegia a los hombres, aún a aquellos que no
                        ejercen la violencia directa sobre las mujeres, por lo que mujeres
                        organizadas exigimos que el estado reconozca la necesidad de crear
                        estrategias que cambien esta realidad, en la que las diferencias
                        genéricas se convierten en desigualdades de todo tiempo.

                        Es indispensable, en primera instancia, que el estado realice
                        acciones inmediatas y a corto plazo, tales como la implementación de
                        medidas concretas para detener la impunidad en los casos de violencia
                        contra mujeres que se han denunciado año por año, campaña tras
                        campaña, en marchas similares a la de este 8 de marzo, así como en
                        Foros y Encuentros, sin que hasta la fecha y a más de un año del
                        cambio de gobernador, exista un plan coordinado y eficaz para dar una
                        respuesta seria y concreta a los mismos.

                        La ineficacia, indiferencia y sexismo de las autoridades de
                        procuración de justicia ante estas denuncias, promueve y propicia el
                        aumento de la violencia a las mujeres en medio de la más escandalosa
                        impunidad. Todas las acciones implementadas para " salvaguardar el
                        estado de derecho" hacen a un lado la problemática de la violencia a
                        la mujer y sus denuncias sólo son importantes si se realizan a nivel
                        internacional, y es hasta ese momento que los gobiernos federal y/o
                        estatal aparentan interés en dar una solución a los mismos, pero solo
                        aparentan...

                        Así están hasta la fecha los casos de las tres jóvenes tzeltales
                        violadas en Altamirano y los más de 50 casos denunciados en el Primer
                        Foro "El reclamo de las mujeres ante la violencia, la impunidad y la
                        guerra", en 1999, en el que se denunciaron otros casos de agresiones
                        sexuales en el marco de la guerra de baja intensidad, que persiste
                        hasta nuestros días y que nos ha convertido a las mujeres en objetos
                        y objetivos de guerra.

                        Igual suerte tienen las denuncias que por homicidio, violación y
                        otros delitos graves se han denunciado contra paramilitares, como son
                        los ataques en la zona Norte o Acteal, los ataques y actos de
                        hostilidad a defensores de derechos humanos, (integrantes del Centro
                        de Derechos Humanos Fray Bartolomé de las Casas, CIAM, CHILTAK y
                        otras). Homicidios como el de nuestra compañera Digna Ochoa, las
                        mujeres asesinadas en Ciudad Juárez o la violación ocurrida en
                        Lagunas de Miramar contra turistas demuestran que las mujeres somos
                        más vulnerables por nuestro género y que nuestras denuncias quedan en
                        la más absoluta impunidad.

                        Situación similar enfrentan los casos de esterilización forzada,
                        malos tratos y violaciones sexuales en los centros de salud contra
                        mujeres indígenas principalmente, además de los casos que
                        cotidianamente llegan a las oficinas de las autoridades encargadas de
                        la representación social, procuración y defensa de los derechos de
                        las mujeres y de los menores.

                        Esta denuncias no son investigadas o atendidas en la forma que marcan
                        los procedimientos de la Procuraduría, hay un claro maltrato y
                        sexismo que raya en lo delictivo. A las mujeres que se atreven a
                        denunciar se les exige dinero, actitudes determinadas, se les somete
                        a interrogatorios y exámenes que atentan contra su integridad física
                        y dignidad, como por ejemplo los exámenes médicos en casos de
                        violación; los interrogatorios ofensivos, que son realizados por
                        personal masculino, sin sensibilidad o capacitación especial para
                        atenderlos; no hay apoyo psicológico para las victimas, menos a su
                        salud. Esta situación de indefensión e impunidad se agrava si las
                        mujeres son menores, pobres o indígenas; incluso se les exige que
                        lleguen con un abogado, con dinero, o se les cuestiona e intimida por
                        los motivos de su denuncia.

                        LA falta de atención oportuna en estos casos ha tenido en más de una
                        ocasión consecuencias fatales o irreparables para la victima. Los
                        médicos legistas o del sistema de salud no saben o no quieren saber
                        sobre la normatividad de violencia familiar, la atención y trato
                        preventivo que se debe a estos casos, como por ejemplo el prever
                        enfermedades de trasmisión sexual, deterioro o consecuencias del
                        maltrato físico o psicológico, menos aún evitar o interrumpir un
                        embarazo en caso de agresiones sexuales.

                        En los casos de mujeres indígenas no se toma en cuenta que son más
                        vulnerables y no hay capacitación para los funcionarios que les
                        atienden, es decir, no basta con ser indígena o mujer para brindar
                        una atención sensible a los casos de violencia a las mujeres. Se
                        requiere una metodología, infraestructura, revisión o renovación del
                        sistema legislativo, además de asignar presupuestos dirigidos a
                        transformar esta realidad de violencia de género. Ya no
                        queremos "parches" a algunos códigos o pequeños reglamentos con
                        pretensiones de ley que son infuncionales y que, en más de una
                        ocasión, son torcidos por estos "servidores" en contra las mujeres.

                        A todo esto se suma además la continua, indeseable e insultante
                        militarización del estado, que afecta en forma más grave a las
                        mujeres, ya que la presencia militar trae consigo alteraciones
                        económicas, un grave rompimiento del tejido social, prostitución,
                        intimidación y violaciones sexuales a mujeres.

                        Por todo lo anterior, en este Día Internacional de las Mujeres,
                        exigimos a las autoridades:

                        ALTO A LA IMPUNIDAD

                        JUSTICIA PARA LAS UJERES

                        QUE LOS DERECHOS DE LAS MUJERES SEAN CONSIDERADOS DERECHOS HUMANOS

                        CUMPLIMIENTO INMEDIATO A LOS ACUERDOS DE DERECHOS INTERNACIONAL EN
                        MATERIA DE VIOLENCIA Y SALUD SEXUAL Y REPRODUCTIVA.

                        INCORPORACIÓN DE LA PRESPECTIVA DE GÉNERO EN TODA LA ESTRUCTURA
                        PÚBLICA.

                        GARANTIZAR RECURSOS PARA LAS ESTRATEGIAS CONTRA LA VIOLENCIA.

                        GARANTIZAR Y RESPETAR, COMO LO MARCA LA CONSTITUCIÓN MEXICANA, LA
                        CONTINUIDAD DEL ESTADO LAICO.

                        RESPETO A LOS DERECHOS CULTURALES Y COLECTIVOS DE LAS MUJERES
                        INDÍGENAS.

                        RECONOCIMIENTO DEL APORTE ECONÓMICO, SOCIAL Y CULTURAL DE LAS MUJERES
                        A SUS PUEBLOS, COMUNIDADES Y FAMILIAS Y QUE SEAN RECONOCIDAS COMO
                        SUJETAS PLENAS DE DERECHO.

                        CUMPLIMIENTO A LOS ACUERDOS DE SAN ANDRÉS.
                        DESMILITARIZACIÓN DEL ESTADO CHIAPAS.

                        DESARME Y DESARTICULACIÓN DE GRUPOS PARAMILITARES.

                        Feminario; COLEM; CHILTAK, A.C.; Casa de la Luna Creciente; Jolom
                        Mayaetik; K´inal Antzetik; CIAM, A.C.; Colectivo La Puerta Negra;
                        Seminario de Género de la Facultad de Ciencias Sociales de la UNACH.
                        An Cristóbal de las Casas, Chiapas, 8 de marzo 2002.


                        chiapas.indymedia.org

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                      • romaxxi
                        http://www.argentina.indymedia.org/news/2002/10/56976.php printable version Las Azucenas y ECR organizan taller en UNLP por Betania • Friday October 18, 2002
                        Message 11 of 12 , Aug 23, 2003
                          http://www.argentina.indymedia.org/news/2002/10/56976.php

                          printable version

                          Las Azucenas y ECR organizan taller en UNLP
                          por Betania • Friday October 18, 2002 at 03:27 PM


                          Del periódico La Verdad Obrera

                          Taller en Humanidades
                          Una visión marxista de la cuestión de la mujer


                          Este año, En Clave Roja ha vuelto a desarrollar el taller "Una visión
                          marxista de la cuestión de la mujer", esta vez en la Facultad de
                          Humanidades con más de treinta compañeras y compañeros, porque nos
                          parece muy importante revalorizar la lucha de las mujeres
                          trabajadoras a lo largo de la historia y polemizar con las distintas
                          corrientes del feminismo, como así también dar nuestra visión desde
                          el marxismo de la opresión.


                          Nuestra lucha es por un mundo sin explotación, sin opresión y libre
                          de toda violencia represiva, patriarcal y capitalista. Vemos la lucha
                          por una revolución obrera y socialista como el horizonte que nos
                          permita cambiar radicalmente no sólo el modo de producción basado en
                          la explotación de los trabajadores, sino también las relaciones
                          sociales existentes entre hombres y mujeres.
                          A este taller, organizado por ECR, también invitan Las Azucenas, una
                          agrupación feminista de La Plata (Casa de la Mujer "Azucena
                          Villaflor") con quienes conversamos.


                          LVO: ¿ Por qué Las Azucenas ven la necesidad de impulsar el taller?

                          En primer lugar, porque no hay desde la universidad un desarrollo
                          histórico de la teoría feminista; por ende, no lo hay de la relación
                          entre feminismo y marxismo, género y clase, etc. En segundo lugar,
                          porque es uno de nuestros pilares políticos, tejer actividades con
                          otros grupos sociales y políticos.


                          LVO: ¿Qué temas se trataron hasta ahora?

                          El taller empezó con una introducción histórica que nos recordó a
                          muchas y muchos de nosotros y a otras y otros les presentó, por
                          primera vez, el largo camino que llevan adelante las mujeres en la
                          lucha política.

                          El segundo encuentro se centró en el debate de la década de los `70
                          entre las dos corrientes más importantes del feminismo: el feminismo
                          de la igualdad y el de la diferencia. Se generó un debate muy rico
                          alrededor de estas corrientes y la relación existente entre los
                          movimientos de liberación de la época con el feminismo radical y el
                          feminismo socialista.

                          En el próximo encuentro* discutiremos la relación entre posmodernismo
                          y feminismo y temas tales como patriarcado, política sexual,
                          reproducción, el sistema sexo / género.


                          * El Taller "Dialogo y Desencuentro entre el Feminismo y el
                          Posmodernismo" se realizará el Sábado 26 de octubre a las 11:00
                          horas. Fac. de Humanidades, UNLP.



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                        • Sexuality-Socialism@yahoogroups.com
                          File : L internationale FR Abregée.wav Description : l Internationale French abrdged version
                          Message 12 of 12 , Sep 1, 2003
                            File : L'internationale FR Abreg�e.wav
                            Description : l'Internationale French abrdged version
                          Your message has been successfully submitted and would be delivered to recipients shortly.